Cândido Portinari, Carnaval. Cavalo-marinho, 1942 Têmpera sobre tela MNSR. Inv. 987 – Cortesía del Museu Nacional de Arte Contemporãnea do Chiado
13
oct 2017
30
dic 2017

Compártelo en redes

Cuándo: 13 oct de 2017 - 30 dic de 2017
Inauguración: 13 oct de 2017
Dónde: MNAC-Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado / Rua Serpa Pinto, 4 / Lisboa, Portugal
Comisariada por: Maria de Aires Silveira
Organizada por: MNAC-Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
Artistas participantes: Cándido Portinari
Enlaces oficiales Web 
Publicada el 07 dic de 2017      Vista 3 veces

Descripción de la Exposición

As obras apresentadas nesta exposição integravam um conjunto de oito painéis de temática musical que decoravam a Rádio Tupi, no Rio de Janeiro, em 1942, da autoria de Cândido Portinari (Brodowsqui, S. Paulo, 1903 - Rio de Janeiro, 1962). Após o incêndio do seu auditório, em 1949, o MNAC e MNSR recebem a doação destas duas obras, em 1951, através da empresa Diários Associados, de Assis Chateaubriand, também proprietário da emissora. Raramente expostas, estas peças de temática popular sugerem a fraternidade do universo ibero-americano, a diversidade étnica do povo brasileiro e a sua cultura musical. Chorinho é um género de música popular, um modo de tocar. Cavalo-marinho é uma representação festiva de narrativas declamadas. Ambos revelam uma construção geométrica de fundos, em composições próximas de uma planificação de volumes, recortados por sombras, linhas e planos. Numa redução cromática, entre azuis raros e castanhos, destacam referências picassianas. Valorizado como o pintor “mais popular do Brasil” (Mário Dionísio, 1963) Portinari integra-se num modernismo original e clássico, num “nacionalismo estético” (Mário de Andrade) através de expressivas deformações da figura e de um “otimismo” baseado na afirmação heróica do trabalho. Destaca-se como pintor social e artista oficial. Pesquisa as raízes nacionais, constrói um imaginário mítico brasileiro mas afasta-se da ideologia do Estado Novo. Liga a pintura social à comunicação visual e sublinha a importância do gesto num realismo dramatizado, nestes casos, pela música e narrativa popular. Por isso, a mão e o seu olhar observador traçam um percurso original, expresso na poesia de Carlos Drummond de Andrade, A mão-de-olhos-azuis.

Actualizado

el 07 dic de 2017 por ARTEINFORMADO

Contactar

¿Quieres contactar con el gestor de la ficha?

Descubre más obras en ARTEINFORMADO

Yellow Sapace, 2013
Joaquin Capa
Compártelo en redes

¡En promoción!

18 may de 2018 - 20 may de 2018

Estúdio Lisboa 018

Centro de Congressos de Lisboa / Lisboa, Portugal

ArtCity

Descárgate ArtCity, la app que te dice que exposiciones tienes cerca.

Más información

¡Suscríbase y reciba regularmente nuestro Boletín de Noticias del Mercado del Arte!

Suscribirme
volver arriba