Guía de arte

Guilherme Vaz

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Nacimiento: 1948 en Araguari, Minas Gerais, Brasil
Residencia: Reside en Brasília, Distrito Federal, Brasil
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Descripción del Artista

Guilherme Vaz nasceu em Araguari, Brasil, em 1948. Vive e trabalha em Brasília. É um dos pioneiros da arte conceitual e sonora no país, músico experimental, maestro e pensador, ele foi também responsável pela introdução da música concreta no cinema brasileiro. Artista formado na Universidade Nacional de Brasilia e na Universidade Federal da Bahia. Fundador em parceria com Frederico Morais, Cildo Meireles e Luiz Alphonsus da Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1968-1970). Presidiu a Fundação Cultural de Ji-Paraná, fronteira com a Bolívia, onde desenvolveu trabalhos de antropologia, artes visuais e música pré-histórica com os povos indígenas sul-americanos Zoró-Panganjej, Gaviao-Ykolem, e Araras. Como músico e maestro, ele se envolveu com a música harmônica, a música concreta, experimental, o jazz, aprofundando-se na pesquisa com a música popular e flertando com a MPB. Também produziu instrumentos musicais indígenas e pinturas transportando pinturas geométricas corporais para grandes telas de algodão cru, realizadas por indígenas. Artista multimeios e experimental. Publicou a Sinfonia das Águas (2001), um livro em que re-coleciona, algumas das conjunções sonoras mais profundas, arcaicas e significantes do meio central da América do Sul. Obteve o Prêmio de Melhor Trilha Sonora do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com Fome de Amor de Nelson Pereira dos Santos, primeiro filme brasileiro com musica concreta e experimental (1968), A Rainha Diaba de Antonio Carlos Fontoura (1975), O Anjo Nasceu de Julio Bressane (1969), Filme de Amor de Julio Bressane (2006), Cleopatra de Julio Bressane 2007 e em 2009 o lançamento do filme Erva do Rato de Julio Bressane no Festival de Veneza, com trilha sonora aclamada pela crítica. Guilherme Vaz iniciou sua trajetória no final da década de 1960. Realizou trilhas sonoras de mais de 60 filmes como destaque para "Fome de amor" (1968), de Nelson Pereira dos Santos – a primeira experiência de música concreta no cinema nacional. Segundo o curador, seu trabalho para o cinema traduz o “espírito do Brasil profundo”. Participou também da então nascente cena carioca de arte conceitual, articulada em torno das atividades do MAM, da criação da Unidade Experimental e de exposições históricas como o "Salão da Bússola" (1969), e a polêmica “Agnus Dei”, realizada na Petit Galerie, em 1970. Expôs em importantes mostras internacionais como “Information”, no MoMA, em 1970, e da 8ª Bienal de Paris, em 1973, ambas relevantes no contexto da arte conceitual.

Actualizado

el 16 mar de 2017 por ARTEINFORMADO

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Exposiciones en las que ha participado como artista

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13 ene de 2016 - 04 abr de 2016

Uma fração do infinito

Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) - RJ / Rio de Janeiro, Brasil


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