Miguel Rio Branco

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Nacimiento: 1946 en Las Palmas de Gran Canaria, Las Palmas, España
Residencia: Reside en Rio de Janeiro, Brasil
Artistas comisariados:
Ferias en las que participa con OBRA : Art Basel 18, PINTA Miami 2017
Galerías y otras organizaciones que le representan: Christopher Grimes Gallery, Filomena Soares, Galería Luisa Strina
Organizaciones con obra: Centre Pompidou, Colección Recorridos Fotográficos ARCO, MoMA - The Museum of Modern Art
Profesionales con obra: Bernardo de Mello Paz, Fernando Meana y Mariví Larrucea, José María Lafuente Balle,
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Publicada el 03 jun de 2014      Vista 674 veces

Descripción del Artista

Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco (1946) filho de diplomata brasileiro, neto de J. Carlos, bisneto do barão do Rio Branco e tataraneto do visconde de Rio Branco... É pintor, fotógrafo, diretor de cinema, além de criador de instalações multimídia . Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Trabalhou intensamente na Europa e Américas desde o começo de sua carreira, em 1964, com uma exposição em Berna, Suiça. Em 1966 estudou no New York Institute of Photography e em 1968 na Escola Superior de Desenho Industrial no Rio de Janeiro. Rio Branco começou expondo pinturas em 1964, fotografias e filmes em 1972. Trabalhou como fotógrafo e diretor de filmes experimentais em Nova Iorque de 1970 a 1972. Dirigiu e fotografou curtas metragens e longas nos próximos nove anos. Paralelamente, perseguindo sua fotografia pessoal, desenvolveu um trabalho documental de forte carga poética. Em pouco tempo foi reconhecido como um dos melhores fotojornalists de cor. Nos anos 80 Miguel Rio Branco foi aclamado internacionalmente por seus filmes e fotografias na forma de prêmios, publicações e exposições como o Grande Prêmio da Primeira Trienal de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Prêmio Kodak de la Critique Photographique, de 1982, na França, que foi dividido com dois outros fotógrafos. Seu trabalho fotográfico foi visto em várias exposições nos últimos 20 anos, como no Centre George Pompidou, Paris; Bienal de São Paulo, 1983; no Stedelijk Museum, Amsterdam, 1989; no Palazzo Fortuny, Venice, 1988; Burden Gallery, Aperture Foundation, New York, 1986; Magnum Gallery, Paris, 1985; MASP, São Paulo; Fotogaleria FUNARTE, Rio de Janeiro, 1988; Kunstverein Frankfurt, in Prospect 1996; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1996. Miguel Rio Branco dirigiu 14 curtas metragens e fotografou 8 longas. Seu trabalho mais recente como diretor de fotografia pode ser visto em 1988 no filme “Uma avenida chamada Brasil” de Otavio Bezerra. Ganhou o prêmio de melhor direção de fotografia por seu trabalho em “Memória Viva” de Otavio Bezerra e “Abolição” de Zozimo Bulbul no Festival de Cinema do Brasil de 1988. Também dirigiu e fotografou 7 filmes experimentais e 2 videos, incluindo “Nada levarei qundo morrer aqueles que mim deve cobrarei no inferno”, que ganhou o prêmio de melhor fotografia no Festival de Cinema de Brasília e o Prêmio Especial do Juri e o Prêmio da Crítica Internacional no XI Festival Internacional de Documentários e Curtas de Lille, França, 1982. As fotografias de Rio Branco foram publicadas em diversas revistas como Stern, National Geographic, Geo, Aperture, Photo Magazine, Europeo, Paseante. Dulce Sudor Amargo, o primeiro livro de Rio Branco foi publicado em 1985 pelo Fundo de Cultura Economica, Mexico. O segundo, Nakta, com um poema de Louis Calaferte foi publicado em 1996 pela Fundação Cultural de Curitiba. Em 1998 lançou dois livros: Miguel Rio Branco, com ensaio de David Levi Strauss, lançado pela Aperture; e Silent Book, pela Cosac Naify. Miguel Rio Branco possui obras no acervo de coleções públicas e particulares européias e americanas, que inclui as seguintes instituições: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna de São Paulo; o Museu de Arte de São Paulo; Centro George Pompidou, Paris; o San Francisco Museum of Modern Art; o Stedelijk Museum, Amsterdam; o Museum of Photographic Arts of San Diego e no Metropolitan Museum of New York. Bio (english) Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco (1946) is a painter, photographer, film director, as well as creator of multimedia installations. He currently lives and works in Araras, Petrópolis, Rio de Janeiro. Since the beginning of his career, in 1964, with a show of paintings and drawings in Bern, Switzerland, he worked and exhibited in Europe and in the Americas. Practically self-taught, he had brief passages in the New York Institute of Photography in 1966 and in the Escola Superior de Desenho Industrial in Rio de Janeiro. Rio Branco began exhibiting paintings and drawing in 1964, photographs and films in 1972. He spent years involved in photography and cinema, including becoming a correspondent for Magnum Photos, until he began again exhibiting in 1978 with a kew show in Parque Lage, Rio de Janeiro. Entitled Negativo Sujo, the show was edited and constructed using documentary photographs, creating a unique and innovative poetic language. In 1979 he created the photo-essay nada levarei qundo morrer… with images and filmes made in Pelourinho, Salvador. The work became an eponymous film, awarded at the film festivals in Brasilia and Lille, France. ­ In addition to the exhibitions, Rio Branco is recognized as the creator of photobooks that began with Dulce Sudor Amargo (Fondo de Cultura Mexicana, 1985) followed by Nakta (1996), Silent Book (Cosac Naify,1998); Miguel Rio Branco (Aperture, Companhia das Letras), Plaisir La Douleur (textuel, Paris, 2005) and countless other publications being Mecanique des Femmes the last one (La fabrica, Madrid, 2017). His work is represented more forcefullly in his pavillion at the Inhotim Institute, where traditional photograph, audiovisual installations, fabric and film prints stand side by side. His works is part of the collection of various institutions, such as the Modern Art Museum of Rio de Janeiro (MAM/Rio); Modern Art Museum of São Paulo (MAM-SP); Modern Art Museum of New York (MoMa); Museum of Modern Art of São Paulo (MASP); Centre Georges Pompidou, Paris; Reina Sofia Museum, Madrid; San Francisco Museum of Modern Art; Stedelijk Museum, Amsterdam; Museum of Photographic Arts of San Diego; Guggenheim Museum, New York; Metropolitan Museum of New York. In the past years, he has participated in notable exhibitions, such as: Nada levarei qundo morrer aqueles que mim deve cobrarei no inferno, MASP (São Paulo, 2017); Wishful thinking, Espaço Oi Futuro Flamengo (Rio de Janeiro, 2017); Église des frères Prêcheurs, Casa França Brasil (Rio de Janeiro, 2014 and Arles, França, 2005); Teoria da Cor, Estação Pinacoteca (São Paulo, 2014); Ponto Cego, Santander Cultural (Porto Alegre, 2012); SOLO, Kulturhuset (Estocolmo, 2011); MALDICIDADE marco zero, Museu da Imagem e do Som (São Paulo, 2010); Dislecsia, Casa America (Madrid, 2008); Out of Nowhere, Groninger Museum (Holanda, 2006); Plaisir la douleur, Maison Européenne de la Photo (Paris, 2005); Gritos Surdos, Centro Português de Fotografia (Porto, 2001). His work has been seen in several group and individual exhibitions such as the São Biennials of 1967, 1983 and 1998, and the Brazilian Art Panorama at Museum of Modern Art of São Paulo with the installation Wishfulthinking.

Obras de Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco - Miguel Rio Branco (3 Obras)

As Três Graças

Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco - Miguel Rio Branco

Pintura, Fotografía, Video arte

Blue Ring Kids

Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco - Miguel Rio Branco

Fotografía

sem título

Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco - Miguel Rio Branco

Escultura


Actualizado

el 14 mar de 2018 por Miguel Rio Branco

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Exposiciones en las que ha participado como artista

Miguel Rio Branco. Cortesía de Oi Futuro
17 nov de 2017 - 20 ene de 2018

Wishful Thinking

Oi Futuro - Flamengo / Rio de Janeiro, Brasil

Miguel Rio Branco
04 nov de 2017 - 29 dic de 2017

Out of Nowhere

Christopher Grimes Gallery / Santa Monica, California, Estados Unidos

Mécanique des femmes
01 dic de 2016 - 15 feb de 2017

Mécanique des femmes

Clima Gallery / Miami, Florida, Estados Unidos


11ª BIENAL DO MERCOSUL
06 abr de 2018 - 03 jun de 2018

11ª Bienal do Mercosul

Fundación Bienal del Mercosur / Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Exposição de acervo
13 ene de 2018 - 28 feb de 2018

Exposição de Acervo

Silvia Cintra Galeria de Arte + Box 4 / Rio de Janeiro, Brasil

FACE A FACE
11 may de 2017 - 16 jul de 2017

Face a face com grandes fotógrafos

Museu Histórico Nacional / Rio de Janeiro, Brasil


Exposiciones comisariadas

Miguel Rio Branco, sem título, da série Maciel, 1979, fotografia, coleção do artista
30 jun de 2017 - 01 oct de 2017

Nada levarei qundo morrer

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP / São Paulo, Sao Paulo, Brasil

Celso Brandão
22 jun de 2017 - 18 ago de 2017

Caixa-Preta

Galeria da Gávea / Rio de Janeiro, Brasil

© Celso Brandão
15 jun de 2016 - 28 ago de 2016

Boîte Noire

Maison Européenne de la Photographie (MEP) / Paris, Ile-de-France, Francia


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