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Joana Hintze — Cortesía de MÓDULO Centro Difusor de Arte
11
ene 2020
08
feb 2020

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Cuándo: 11 ene de 2020 - 08 feb de 2020
Inauguración: 11 ene de 2020 / 18:00
Horario: ter. / sáb. 15H - 19H30 (até 8/Fev)
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Módulo - Centro Difusor de Arte / Calçada Dos Mestres 34 A/b / Lisboa, Portugal
Organizada por: Módulo - Centro Difusor de Arte
Artistas participantes: Joana Hintze
Etiquetas:
Publicada el 08 ene de 2020      Vista 14 veces

Descripción de la Exposición

Joana Hintze (Lisboa, 1993). Frequentou o curso de fotografia no Ar.Co, de 2013 a 2018. Trabalha com fotografia digital a cores, explorando ambientes soturnos na cidade, durante a noite, através de edifícios, ruínas e natureza. No seu último projecto explora a noite - cenários urbanos ‘reais’: lugares urbanos com restos de natureza a querer manter-se. Falsamente despovoados. Falsamente vazios. Iluminados pela luz monocromática dos candeeiros de rua ou simplesmente pela escuridão da noite. Encontro de objectos, plantas e estruturas danificadas. Fios, cabos, ramos, paredes gastas, sombras estranhas e vivas. Pedra, tijolo, terra, madeira. Matérias transformadas pelo homem. Lugares não-virgens, transitórios. Sobre este trabalho escreve Sarah Adamopoulos na folha de sala: “O meu olhar pousou-se nas fotografias da Joana e viu coisas. Na quietude da escuridão, reparei em coisas – remanescências particulares da passagem do tempo pela matéria, restos de abandonos a gritar que ainda existem e que doem, projecções da minha própria câmara escura (“hello darkness, my old friend”), aparições de outras belezas, visões de metamorfoses muito subjectivas.” Rui Neiva regressa ao Módulo com uma segunda individual constituída por pinturas a óleo s/ tela e sobre papel. Algumas das pinturas que agora apresentamos tiveram uma primeira apresentação na JustLx no passado mês de maio passado, mas agora a série é toda mostrada confirmando um percurso de grande originalidade deste artista. Sobre o presente trabalho escreve João Palmeira na folha de sala: “Objectos independentes, com magnitude e leis próprias, as suas existências não parecem destinadas a suspensões pré-definidas numa parede (...) Por vezes é difícil escutá-las. Dão-se bem com o silêncio. Não sabemos se o som que emitem é voz, música ou respiração — se o compasso vagaroso de uma vertigem que ainda não conhecemos, com algo de oracular. Olham para nós de frente, confrontam-nos directamente, umas de muito perto, outras que vêm de tempos remotos e há as que ainda não chegaram. (...) Estamos no exercício de imaginar todo um puzzle através de uma única peça.” O trabalho apresentado na exposição individual em 2017 e logo depois em Madrid teve uma grande aceitação junto de coleccionadores institucionais. Como resultado várias obras ingressaram em diferentes coleções institucionais de que destacarei: Figueiredo Ribeiro, QuARTel, Abrantes; Entrecanales, Oliva Arauna, Fundación Centenera Jaraba, Salvador Granizo, em Madrid; Fundação Carmona e Costa, Lisboa; e, recentemente, o Museu de Elvas - Col. António Cachola, Elvas e a coleção Manuel de Brito, em Lisboa.

Actualizado

el 08 ene de 2020

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15 ene - 15 jun
Premio en Santander, Cantabria, España

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