A obra de Carla Chaim, seja ela um desenho, um vídeo ou uma instalação, carrega as marcas da dificuldade do processo, e a sua beleza deriva, em primeiro lugar, da tensão ainda palpável entre a pureza da ideia inicial e a maneira como, ao executá-la, Carla
Evento finalizado
09
abr 2018
09
jun 2018

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Cuándo: 09 abr de 2018 - 09 jun de 2018
Inauguración: 09 abr de 2018
Dónde: Galeria Raquel Arnaud / Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Galeria Raquel Arnaud
Artistas participantes: Carla Chaim
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Etiquetas:
Publicada el 11 abr de 2018      Vista 36 veces

Descripción de la Exposición

Em sua segunda individual na Galeria Raquel Arnaud, “A Pequena Morte”, Carla Chaim reúne novos trabalhos em papel, vídeo e fotografias. O mote da exposição, que ocupará todos os espaços da galeria, é o luto, a morte e ao mesmo tempo, o êxito do prazer. “Como começar a perceber novamente a pele fina que separa o mundo externo do mundo interno, um limite entre corpos, entre mundos. ‘A pequena morte’ pode tratar de finalizações, términos ou conclusões de experiências e rupturas, mas também ‘a pequena morte’ ou la petite mort na língua francesa, refere-se de maneira mais ampla ao gasto espiritual que ocorre após o orgasmo, ou um curto período de melancolia ou transcendência, como resultado do gasto da força vital", explica Chaim. Com o intuito de buscar um novo recorte ao pensamento ampliado do desenho, Carla traz desta vez, não o gesto da dobra, mas a soma de diferentes superfícies, numa junção de planos físicos, criando assim terceiros corpos. Dois corpos que passam a coexistir. A artista volta a pensar no mais interno deste corpo, nas sensações físicas internas e individuais recriadas por experiências do mundo. Um mundo de luto, mas um mundo também de transformação e prazer. Reconhecer-se em si, reconhecer-se no ar que respiramos, reconhecer-se no limite da pele, para dentro e para fora dela. Material simples de papelaria antiga, como letratone, letrasets e livros antigos, é explorado com recortes e colagens. O papel vegetal colorido e o papel milimetrado trazem cores leves para a exposição ao mesmo tempo que o preto denso é colocado ao lado. Os gestos transformadores dos materiais são o rasgo e o corte. Rupturas mais bruscas diante do material e que trazem novas composições através de sobreposições e junções destes materiais, novas paisagens que remetem a hachuras e moirés de gravuras.

Actualizado

el 11 abr de 2018 por ARTEINFORMADO

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