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Anônimos - Armando Salmito
Evento finalizado
03
mar 2020
05
abr 2020

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Cuándo: 03 mar de 2020 - 05 abr de 2020
Inauguración: 03 mar de 2020 / 17h
Horario: De terça a sábado, das 10h às 20h, domingo, das 10h às 19h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Espaço Cultural Renato Russo 508 sul / CRS 508 S/N, Asa Sul / Brasília, Distrito Federal, Brasil
Comisariada por: Patrícia Lira
Organizada por: Espaço Cultural Renato Russo 508 sul
Artistas participantes: Armando Salmito
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Publicada el 20 feb de 2020      Vista 75 veces

Descripción de la Exposición

No próximo dia 3 de março, das 17h às 21h, a Galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo recebe a mostra “Anônimos”, do fotógrafo brasiliense Armando Salmito. Com curadoria de Patrícia Lira, a exposição apresenta um olhar sobre os moradores anônimos de Nova York e sua relação diária com a magnitude da metrópole. Em cartaz até o dia 5 de abril, a visitação acontece de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. O Centro Cultural Renato Russo fica CRS 508, Asa Sul, Brasília – DF. Inspirado no verso de Lou Reed, “I’m a New York City man, blink your eyes and I’ll be gone”, Salmito mostra o dinamismo da cidade em 16 imagens, com foco na ideia do anonimato. Todos estão na mesma condição, entre o conhecido e o desconhecido, entre o novo e o que já aconteceu, especialmente entre a lembrança e o completo esquecimento. “Anônimos” retrata os mais diversos personagens que encontramos nas ruas dos grandes centros urbanos. Os lugares e as pessoas se complementam, se combinam como se um e outro se pertencessem simbolicamente; é uma paisagem sempre em movimento, que ganha um novo significado a partir de cada personagem. Para o artista, o ensaio remete a memórias quase esquecidas que guardamos, imagens e impressões que se esquivam ao longo dos dias: “Cada foto evoca um universo onde muita coisa se repete, muita coisa é desconhecida e muito pode ser inventado. Ao ver essas imagens, cada pessoa pode ver um pouco de si mesma, de algo há muito esquecido, um pedaço da vida, um sentimento descartado, um rosto, um lugar ...um tanto familiar e um tanto estranho”, afirma Salmito. Com curadoria de Patrícia Lira, a exposição traz, em linguagem conceitual, reflexões e proposições do fotógrafo-artista em imagens calcadas em novas visualidades acerca do objeto, onde a técnica é submissa às subjetividades e a superficialidade das coisas dá lugar à profundidade da imagem que apresenta as correlações humanas em uma visão pessoal e única. Sobre o fotógrafo Armando Salmito Jr. nasceu no Rio de Janeiro, em meados dos anos 1970, mas desde criança mora na cidade de Brasília. De família piauiense, o fotógrafo guarda memórias afetivas destes dois estados brasileiros e se coloca em constante questão sobre o pertencimento aos lugares, às culturas e às formas de se relacionar. Brasília um símbolo da mistura de povos, de expectativas, de sonhos e de necessidades, guarda em si muito de vontade e de frustração, de desejo pelo novo e de memórias e saudade. Esse olhar e sentimentos dicotômicos sobre a cidade aparecem na obra de Armando e suas propostas. Salmito traz essa inquietação para a exposição Anônimos, mas o cenário é outro, a cidade de Nova Iorque e seus milhares de imigrantes desconhecidos, o movimento ininterrupto e a construção de novas convivências. As referências utilizadas vão da música a esse olhar próprio sobre a realidade das pessoas que vivem em busca de um ideal de vida, de sonhos e realizações na amplitude da cidade. Desta forma, o público pode apreciar, através do olhar de Salmito, conexões entre a realidade e o sonho, a vida corrida e o descanso, o trabalho e a distração plena dos anônimos fotografados, podendo imaginar ou concluir o que estas vidas estão à procura. O projeto “Anônimos” nos dá a impressão desse universo, dos que saem em busca, dos que querem ir mais longe sendo capazes de abandonar seus lugares de origem, suas raízes, tornando-se cidadãos do mundo afora, às vezes perdidos, às vezes adaptados em suas diversas trajetórias. O espectador, seja o que visita a exposição individualmente ou em grupos escolares, poderá inferir das fotografias a sua própria interpretação das vidas ali representadas, num exercício de imaginação e ao mesmo tempo de reflexão do homem no mundo. Sobre a curadora Patrícia Lira possui pós-graduação em Artes Visuais pelo Senac e graduação em jornalismo e radialismo pela Universidade de Brasília (UnB). Tem experiência na área de comunicação, com ênfase em comunicação empresarial, coordenação de projetos e eventos culturais. Trabalhou de 2007 a 2017 no CCBB Brasília, sendo gerente da programação cultural no período de 2013 a 2017, responsável pela seleção, curadoria e patrocínio de todos os eventos realizados no espaço. Neste período, conduziu com sua equipe cerca de 60 projetos por ano, sendo em média 10 exposições por ano, entre elas: Cícero Dias, 2017; Los Carpinteros, 2016; ComCiência – Patrícia Piccinni, 2016; Mondrian e o Movimento STIJL, 2016; Monólogo de Gênero, 2016; Yayoi Kusama: Obsessão Infinita, 2014; Gênesis Sebastião Salgado, 2014; Kandinsky- Tudo Começa num Ponto, 2014; Um Olhar sobre o Brasil, 2013; Abraham Palatnik – Pioneiro da Arte Cinética, 2013; Mestres do Renascimento Obras Primas Italianas, 2013; Antony Gormley – Corpos Presentes, 2012; entre muitas outras. Além de grandes projetos no CCBB, Lira trabalhou na idealização e produção dos projetos independentes de exposição e comercialização de fotografias e artes visuais: Casa Artefoto, em 2015, e Mercado Artefoto, em 2012. Foi curadora da Exposição Coletiva Centro-Oeste - Mês da Fotografia 2014 - O Feminino e a Fotografia. Dedicando-se a projetos institucionais e independentes segue com a mente inquieta em fazer o novo, em aprender e em construir em colaboração.

Actualizado

el 20 feb de 2020

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17 sep - 21 nov
Exposición en Cibrián Gallery / Donostia-San Sebastián, Guipúzcoa, España

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