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Cristiane Mohallem, ilha/2015/16, linha de algodão em linho, 93 x 143 cm.
Evento finalizado
03
sep 2016
01
oct 2016

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Cuándo: 03 sep de 2016 - 01 oct de 2016
Inauguración: 03 sep de 2016
Precio: Entrada gratuita
Dónde: DConcept escritório de arte / Alameda Lorena, 1257, G 1 Vila Flávio de Carvalho / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: DConcept escritório de arte
Artistas participantes: Cristiane Mohallem
Publicada el 16 sep de 2016      Vista 88 veces

Descripción de la Exposición

Acredito que muito do não visto também está aqui. ( ... ) (Eu e os meus não convencemos por argumentos, símiles, rimas, nós convencemos pela nossa presença). Walt Whitman A estrada é uma palavra que oferece metáforas de transformação da vida cotidiana. Envolve decomposições poéticas de outra palavra: a liberdade. Muitas são as poesias e as músicas que expressam esse desejo de simplesmente deixar-se ir. “Estrada” é também título de uma das obras desta exposição em que Cristiane Mohallem torna-se viajante por meio das linhas do bordado. Os trabalhos expostos aqui foram realizados em residências artísticas na Itália, França e Estados Unidos ou logo após o seu retorno. Entre o que está longe e o que está perto, Cristiane perambula pelos rastros das luzes que emanam daqueles lugares visitados. A artista compõe “canções” sobre a presença das coisas, sobre a percepção do olhar que poderia passar desapercebido, sobre pausas para contemplação do que sempre estará em movimento. É esse tempo expandido da viagem (e também o da ação de bordar) que formam as paisagens de “Elm Tree”, “Ilha”, “Pedra do Mar (III)”, “Oliveiras” e da série “Through this Night a Mightily Form Moves”. Nesse vivenciar intenso, duas pinturas – “Autorretrato” e “O Viajante” – são contrapontos que afirmam a experiência do estar lá. Por um lado, essas pinturas personificam possíveis passantes. Por outro, ao não evidenciar seus rostos, deixam em aberto futuras identificações. Entre as diversas poesias que Cristiane carrega em sua bagagem, os simbolismos aos poucos vão se constituindo como urdiduras. Cores tornam-se texturas. Linhas desenham. Tecidos transformam-se em telas. Assim, os caminhos são traçados e os sentidos da viagem (se é que se pode especificá-los) tomam forma na volta para casa. Aqui, a exposição emerge como um álbum – para ser contemplado em busca de outras lembranças. Ananda Carvalho Curadora e Crítica de arte

Actualizado

el 16 sep de 2016

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