Seminario en Online

Cápsula 4: A caminhada dos povos Guarani e Maya contra o extrativismo

Dónde:
Formación Online
Cuándo:
16 oct de 2021 - 23 oct de 2021
Horario:
De 11 a 12:30 h. (horario de Brasilia)
Dirigido a:
Artistas, Profesionales, Organizaciones
Profesionales participantes:
Enlaces oficiales:
Web 
Etiquetas:
Promociones arteinformado
Descripción de la Formación
A caminhada dos povos Guarani e Maya contra o extrativismo Os encontros que compõem a Cápsula 4 foram organizados na efervescência da luta contra a tese do “marco temporal” para a demarcação de terras indígenas. Sandra Benites, Anita Ekman e Edgar Calel são es três convidades do próximo programa que acontecerá em 16 e 23 de outubro (sábados). No Brasil, o extrativismo de infratores ambientais e do agronegócio já são responsáveis pela perda de 92% de vegetação original da Mata Atlântica, afetando também todos seus outros biomas. Foram séculos de soberba colonial, sem escutar os tradicionais guardiões das florestas. Considerar a saída do capitalismo significa conjecturar o pós-extrativismo e implica “imaginar outros mundos” para encontrar formas dignas de vida. As curadoras e artistas Sandra Benites e Anita Ekman irão articular as concepções de fronteira e hospitalidade na filosofia Guarani, abordando práticas feministas de resistência ao colonialismo ambiental, e redesenhando o mapa de exploração ... das commodities. Em Guarani, Ka´a significa folha, ervas que curam; Ka´aguy Porã, a floresta bela e sagrada, conhecida pelos não indígenas como Mata Atlântica. Foi nesta floresta, milenarmente habitada por povos originários (entre eles os Guarani) que os juruá (literalmente os que possuem cabelo na boca, os não-indígenas) foram recebidos dentro do conceito de Moguãhē Porã: a hospitalidade, ou o inclinar-se para escutar o outro. Segundo Edgar Calel, artista Maya Kaqchikel, que ficou confinado no Brasil durante o primeiro surto da pandemia: “Ostape xti tz´apex ru naq´ qa bech koma ri eleq´oma, manjun chqeta xti q´aton ri qa b´ey, porque ri qa b´ey jun qi sipanik yionkan koma ri qatit qa mama” [Mesmo que os ladrões cubram nossos olhos, ninguém pode interferir em nossa caminhada, porque a estrada é um dos presentes que herdamos de nossos ancestrais.] Tendo em vista frequentes residências artísticas no exterior, onde consegue encontrar sua cultura quando não está em casa? Se “a arte é um lugar de trânsito”, como redefinir o conceito de território? Os encontros serão dedicados à importância do caminho e do caminhar para esses dois povos, Guarani e Maya, e à construção de perspectivas que permitem ativar os pontos que nos unem. Aprender a ser acolhido e a acolher a alteridade, humano e não-humano, são algumas das questões que animam um diálogo que acredita ser possível, ainda, abraçar o mundo na sua diversidade. Convidades: Sandra Benites, Anita Ekman e Edgar Calel Datas: 16 e 23 de outubro (sábados) Horário: 11h às 12h30 (horário Brasília) Parceria: SP-Arte Sandra Benites é Guarani Nhandeva, original da aldeia de Porto Lindo, Mato Grosso do Sul. É pedagoga, mestre em Antropologia Social e doutoranda pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Trabalha desde 2004 com educação indígena. Foi uma das curadoras da mostra “Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena” (Museu de Arte do Rio, MAR, 2017-18). Desde 2019, é curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Seu projeto “Ore ypy rã – Tempo de Origem”, com Anita Ekman, foi vencedor da Bolsa de Pesquisa Curatorial Brasil-França-Alemanha 2021. Anita Ekman (São Paulo) é artista e pesquisadora de arte rupestre, arte pré-colombiana e História das Florestas. Desenvolveu diversos projetos de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial ligados à preservação do Mundo Guarani e das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro. Propõe performances colaborativas em sítios arqueológicos para abordar o papel das mulheres na arte (série Ocre) e discutir o protagonismo dos povos indígenas aliado à Diáspora Africana na História da Mata Atlântica (série Tupi Valongo). É curadora-assistente de Sandra Benites e do Instituto Maracá em projetos internacionais. Edgar Calel nasceu em San Juan Comalapa (Guatemala), dentro de uma família de artistas e agricultores. Estudou na Escuela Nacional de Artes Plásticas Rafael Rodriguez Padilla. Realizou residências artísticas no Brasil (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), Portugal, Argentina, Nicarágua. Em 2021, teve sua primeira individual “Pa ru tun ché /Desde la copa de un árbol” (Proyectos Ultravioleta, Guatemala). Tem obras em coleções de museus (Museo Reina Sofía, Madri) e já participou de várias mostras, inclusive no Brasil, dentre as quais: “Manjar Re-conhecimento” (Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro, 2019), “Constelação de Saberes” (Sesc Avenida Paulista, São Paulo, 2020), “Àbadakone | Continuous Fire | Feu continuel” (National Gallery of Canada, Ottawa, 2019-2020), “To Weave Blue// Poem to the Weaving” (The Martha and Robert Fogelman Galleries of Contemporary Art, University of Memphis, EUA, 2020), 11th Berlin Biennale (2020), “Radical Empathies” (Callirrhoë, Atenas, 2021) e XXII Bienal de Arte Paiz (Guatemala, 2021).

 

 

Entrada actualizada el el 07 oct de 2021

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