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©-Tamara-Wassaf_Print-1170x570 — Cortesía de Encontros da Imagem 2018
Evento finalizado
22
sep 2018
Sin fecha

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Cuándo: Desde 22 sep de 2018
Inauguración: 22 sep de 2018
Dónde: Antigo Edificio da Estação de Caminho de Ferro / Largo da Estação, nº40 / Braga, Portugal
Organizada por: Encontros da Imagem, Municipio de Braga
Artistas participantes: Tamara Wassaf
Etiquetas:
Publicada el 20 sep de 2018      Vista 43 veces

Descripción de la Exposición

Tamara Wassaf apresenta-nos este ensaio fotográfico com um título que tira de «La vuelta al día en 80 mundos» de Julio Cortázar. Da rápida leitura da obra, vemos como o argentino dialoga sobre avanços musicais, de vanguardas artísticas ou até de formas de vida, com os Estados Unidos muito influentes na época. Depois da publicação póstuma de coletâneas de obras dele, construiu-se uma análise radicalmente diferente: o que realmente estava a criar era um discurso identitário latino-americano. É com certeza o mesmo que nos traslada a autora neste trabalho: servindo-se de alguns artifícios estéticos vai experimentando formas e seres tentando externalizar-se e corporizar-se fora dela procurando um discurso próprio e universal. Nesse processo de “coisificação” do seu corpo procura possibilidades identitárias no cotexto feminino explorando a noção de ‘retrato expandido’ para indagar além do corpo, descarnando-o e fazendo-o pregas no espaço. Tamara trabalha desde o conceito contemporâneo de ‘Paisagem intimista’, uma paisagem simbólica que apaga os limites entre a realidade e a representação. É por isso que escolhe espaços concretos que lhe servem como testemunhas íntimas da relação corpo-entorno. As localizações onde fotografa ajudam-na a criar essa Paisagem e a construir um relato atual nostálgico situado em muitos tempos possíveis, movendo-se simultaneamente entre a memória e o anelo. Como o seu compatriota escritor, a autora é «uma dessas crianças que desde o começo levam consigo uma adulta, de forma que quando a monstrinha chega verdadeiramente a adulta acontece que também esta leva consigo uma criança […] isto manifesta-se no sentimento de não estar todo em qualquer das estruturas, das teias que arma a vida e nas que somos à vez aranha e mosca.»* Imagem após imagem percebemos o jogo da multiplicidade de formas de habitar um espaço vazio à medida que a autora vai debulhando as ideias contrapostas corpo-ausência, através de objetos para fotografar a identidade que procura num pulo por se enraizar e se definir, pois a condição de emigrante de Tamara é condicionante na sua obra e faz-se palpável na habitação dos espaços, se calhar tentando arraigar-se e estar. De uma vez por todas. Vítor Nieves. Curador da exposição

Actualizado

el 20 sep de 2018

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