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Evento finalizado
24
mar 2018
05
may 2018

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Cuándo: 24 mar de 2018 - 05 may de 2018
Inauguración: 24 mar de 2018 / 17h
Horario: Segunda a sexta, das 12h às 19h, sábado, das 10h às 15h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Referência Galeria de Arte / SCLN 202, Bloco B Loja 11, Subsolo - Asa Norte / Brasília, Distrito Federal, Brasil
Comisariada por: Onice Moraes de Oliveira
Organizada por: Referência Galeria de Arte
Artistas participantes: Elyeser Szturm, Helô Sanvoy
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Correo electrónico: refeenciagaleria@gmail.com
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Publicada el 19 mar de 2018      Vista 110 veces

Descripción de la Exposición

Dobras e Hiato Mostras simultâneas de Elyeser Szturm e Helô Sanvoy na Referência Galeria de Arte trazem ao público discussões sobre as relações entre história da arte, a pintura, a fotografia e a arte contemporânea No dia 24 de março, sábado, às 17h, a Referência Galeria de Arte abre ao público as mostras “Dobras”, de Elyeser Szturm, e “Hiato”, de Helô Sanvoy, com texto crítico de Wagner Barja. Os dois artistas apresentam os desdobramentos de suas pesquisas poéticas utilizando meios que aliam a tecnologia e a artesania, em profunda relação com a história da arte e a pintura. Ao longo do período das mostras, serão realizadas conversas com os artistas. As exposições ficam em cartaz até o dia 5 de maio, com visitação de segunda a sexta, das 12h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na 202 Norte Bloco B Loja 11, Subsolo, Brasília-DF. Telefone (61)3963-3501 Dobras Há pouco mais de 10 anos, Elyeser Szturm entrou em contato e se aprofundou no estudo da cianotipia, uma técnica de sensibilização do papel para imprimir fotografia datada da primeira metade do século XIX. Começou aplicando o sensibilizador em suas monotipias em silicone e, mais recentemente, ao papel, transferindo imagens, que posteriormente sofrem intervenções com tingimentos naturais à base de chá e café. Em “Dobras”, Elyeser Szturm apresenta ao público os desdobramentos de sua mais recente pesquisa em linguagem e técnica. “Dobras” trata de um dos temas mais importantes e discutidos da pintura, os drapeados que surgem desde o período Barroco em pinturas. As dobras revelam e escondem, criam jogos de luz e sombra, cobrem a nudez do corpo, revelando o movimento dos corpos. Para alcançar os resultados que deseja, Szturm fotografa com câmera digital cenários que ele constrói com tecidos em meio digital, transfere a imagem para um fotolito, sensibiliza o papel e o expõe à luz controlada, em sua mesa de luz para revelar a imagem. A seguir, desenha sobre a imagem com uso de tinturas. “Percebi que ao emulsionar o papel permitia fazer uma confluência entre desenho de aguada e a fotografia. Desenhava com a emulsão, ocupando a folha do papel como na pintura em um processo própria da fotografia expandida, na medida em que explore os aspectos plásticos pictóricos da aplicação no papel”. Para “Dobras”, Szturm apresenta 17 trabalhos novos em formatos variados. Para falar sobre a mostra, sua pesquisa e sua trajetória de trabalho, o artista receberá o público para uma conversa no dia 19 de abril, às 18h, na Referência Galeria de Arte. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Hiato Construção e ausência: Dessa dicotomia se desenvolve a mostra “Hiato”, de Helô Sanvoy. Os trabalhos que agora são apresentados partem de duas pesquisas do artista. A primeira é com jornais. Ali ele trabalha a retirada de textos por meio de recortes, deixando apenas o grid de diagramação. Sanvoy entende o jornal como signo do que é trabalhado na sociedade. “O jornal carrega uma carga de significado muito grande. E quando estou trabalhando com ele retirando essas informações, estou manipulando um signo, não o material em si. É um jogo de manipulação e de espaços vazados”. A outra é a das marcações de leituras de livros. Essas marcações passam para o papel vegetal. “O livro está sujeito à questão do tempo linear. É uma página após a outra, uma palavra após a outra. O papel vegetal possibilitava ver várias camadas de páginas em uma mesma superfície”. Além de permitir um jogo de provocação de esvaziamento do olhar, cria novas camadas de visão. Para Sanvoy, o jornal como um diário social é pautado pelo olhar da empresa, de quem escreve, de quem o dirige. Ao subtrair textos e imagens, o artista cria espaços em branco que se tornam espaços de criação. Cada quadrado recortado por ser preenchido pelo olhar de quem vê a obra. A ausência de textos projeta a possibilidade de novas narrativas sobre o espaço, como acontece quando retira dos livros as linhas de texto. São criados traços que remetem ao período da leitura, criando um mapa que cria possibilidades de novas narrativas. Para a mostra “Hiato”, Sanvoy apresenta trabalhos inéditos em pintura e vídeo. “Hiato” tem texto crítico de Wagner Barja, que junto com Sanvoy, falará ao público sobre o trabalho do artista em um encontro aberto ao público no sábado, 5 de maio, às 16h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Sobre os artistas De Goiânia, GO, Elyeser Szturm vive em Brasília desde 1994. Viveu em Paris de 1989 a 1994 onde fez doutorado em Artes Visuais, Université de Paris VIII a Saint Denis e participou de salões realizando individual na Galerie du Haut Pavé em 1992. Ganhou Prêmio de Viagem ao Exterior do XVI Salão Nacional da Funarte em 1998 e o VII Salão da Bahia em 2000. Participou da Bienal 50 Anos, Brasília, Ruína e utopia, Território Expandido 3 e Faxinal das Artes, entre outras. Participa de salões e exposições desde 1974. Seu trabalho pode ser sintetizado como uma experiência poética e existencial do lugar. Helô Sanvoy é natural de Goiânia-GO (1985), onde vive e trabalha. Licenciado pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), membro do Grupo EmpreZa desde o ano de 2011, no qual desenvolve pesquisa acentuada sobre a poética do corpo e seus derivados. Como artista individual, realiza pesquisas em diversas linguagens: desenho, vídeo, instalação, objeto. Em sua pesquisa, busca significados através dos diferentes modos de leitura e impossibilidades de comunicação e como diferentes formas de silenciamento são provocadas tanto por situações acerca do indizível como pelo ininteligível. Realizou as exposições individuais: “O que não se pode dizer”, 2017. Galeria Andrea Rehder, São Paulo-SP; “Notícias populares”, 2014. CAL, Brasília-DF; 6X “Simultânea”, 2014. MAC, Goiânia-GO. Dentre as exposições coletivas, destacam-se: “Zona de perigo”, 5ª Prêmio Marcantonio Vilaça, Museu Oscar Niemayer (MON), Curitiba-PR; “Pororoca”: A Amazônia no MAR, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro-RJ. Em 2016, participou da Residência Artística FAAP, SP. Em 2015, da residência Cleaning The House, com Marina Abramovic, em São Paulo-SP.

Actualizado

el 20 mar de 2018

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