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Alexandre Ephífos. Hecatombe
13
nov 2020
31
mar 2021

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Publicada el 19 nov de 2020      Vista 3 veces

Descripción de la Exposición

NOTA: LA FECHA DE CIERRE INDICADA ES ORIENTATIVA. Etimologicamente a palavra “hekatombe”, é formada de “hekatom”, que significa “cem”, e “be” que significa boi, empregada na Grécia antiga, para designar o sacrifício as entidades. Já contemporaneamente é usada para fazer referência a grandes catástrofes. É reconhecível dizer que o Brasil é palco de grandes catástrofes, exemplificadas por Brumadinho, Mariana e a mais recente hecatombe, a pandemia causada pelo novo coronavírus. São tais acontecimentos que guiam a produção dessa exposição. Tendo como poética a análise do trágico, sua pesquisa baseia-se no teatro grego e sua função de estruturação de pensamento, onde a ideia de sagrado e desmedido agem como atores de comoção, fascínio e expurgo, assim como a obra literária de Nietzche – O Nascimento da Tragédia - em que o autor destaca a forma como os gregos, através da arte, teriam vencido o pessimismo diante a vida. A mostra utilizando-se de dois tipos de iconografia - a clássica e midiática - é formalizada no campo da pintura e da escultura. O primeiro tem como objetivo a extração de camadas de sentido que giram em torno de forças como o tempo, o espaço, e a ruina sobre o corpo, e o segundo, o campo da escultura, representa o corpo trágico em fragmento, apresentando-se ao expectador como simbologia de aniquilamento em ordem gigantesca tal qual a vivida pela pandemia atualmente. Sua função é ofertar a beleza da tragédia, neste momento pertencente a uma nova ordem já sublimada pela arte.

Actualizado

el 19 nov de 2020
15 dic - 20 dic
Feria de arte en Fundación Carlos de Amberes / Madrid, España

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