heróis nunca celebram vilões - heróis apenas celebram vilões. Imagen cortesía Galeria Leme
Evento finalizado
04
jul 2018
11
ago 2018

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Cuándo: 04 jul de 2018 - 11 ago de 2018
Inauguración: 04 jul de 2018 / 19:00
Horario: De martes a viernes de 10h a 19h y sábado de las 10h a las 17h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Galeria Leme / Av. Valdemar Ferreira, 130. CEP: 05501-000 / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Artistas participantes: Igor Vidor
Enlaces oficiales Web 
Correo electrónico: info@galerialeme.com
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Publicada el 12 jun de 2018      Vista 36 veces

Descripción de la Exposición

Igor Vidor passou os últimos anos impulsionado por um interesse em investigar a relação entre o corpo (físico ou social) e os seus respectivos contextos urbanos, frequentemente opressivos e violentos. Durante a sua pesquisa o artista coleta um conjunto de objetos que carregam resquícios de um estado de violência profundamente enraizado no quotidiano da cidade, tais como cápsulas usadas de fuzis ou até mesmo armas de brinquedo, construídas por crianças que imitam as armas reais que fazem parte do seu dia-a-dia. Ao escolher tais elementos Vidor mostra como símbolos de violência são naturalizados e acabam por ganhar novos significados, sejam eles lúdicos, relacionados a lógicas de marketing e consumo, ligadas a aspirações sociais ou status, ou outros. A inocente brincadeira infantil com armas de brinquedo, que é comum a crianças de diferentes estratos sociais, acaba também adquirindo outros sentidos nessas comunidades, onde repetidas vezes tais brinquedos são confundidos por armas reais, acarretando perigo iminente para a vida dessas crianças. Num estado em que a vigilância ao perigo é constante, outros objetos comuns são também confundidos por armas de fogo, ocasionando a morte de inocentes. Alguns desses itens aparentemente inofensivos são re-contextualizados na exposição, de forma a que possam explicitar as complexas motivações e consequências do aparato de segurança implementado em favelas na cidade, assim como a sua relação com outros agentes globais cujo papel de fabrico e difusão de armas de fogo alimenta a indústria bélica mundial. Como resultado do seu trânsito por territórios díspares da cidade o artista reuniu também diversas entrevistas que nos fazem adentrar as realidades desiguais do Rio de Janeiro. Outros diálogos e colaborações com agentes que partilham das mesmas questões e preocupações do artista, resultam em convites para realização de performances que acontecerão no dia da abertura da exposição. Igor Vidor nos convida a debruçar sobre a complexidade social da cidade do Rio de Janeiro, através da relação entre o corpo social e as políticas de segurança pública. Fazendo-nos ponderar como tal fricção alimenta uma engrenagem de violência intermitente e aparentemente sem solução que transcende a especificidade do contexto do Rio de Janeiro e encontra ecos e recorrências em vários outras cidades do Brasil.

Actualizado

el 12 jul de 2018 por Galeria Leme

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