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Tsukiji fish market, 2018
10
nov 2018
12
ene 2019

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Cuándo: 10 nov de 2018 - 12 ene de 2019
Inauguración: 10 nov de 2018 / 16:00
Horario: Martes a Viernes de 10:00 - 12:30 | 15:00 - 19:00 / Sábados de 15:00 a 19:00
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Galería Presença / Rúa Miguel Bombarda, 570 / Oporto, Porto, Portugal
Organizada por: Galería Presença
Artistas participantes: Inés D'Orey
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Publicada el 07 nov de 2018      Vista 6 veces

Descripción de la Exposición

Tóquio é uma criatura gigante que muda de pele à medida que vai crescendo. Os edifícios da cidade são, grande parte deles, destruídos assim que se tornam ultrapassados ou deixam de ser úteis, sendo substituídos por novos, a um ritmo alucinante. Os residentes desta mega metrópole acreditam que qualquer casa com mais de trinta anos é obsoleta. A criatura não muda só a pele. Muda também a carne. Muda também os ossos. O trabalho de Inês D´Orey, nos últimos anos, tem incidido sobre a transformação da identidade patrimonial da cidade contemporânea. Esta nova série, Do Not Sit Down, explora a cultura arquitetónica japonesa relativamente à preservação dos edifícios históricos, com uma atenção especial sobre os espaços interiores de edifícios construídos em Tóquio entre 1930 e 1970, e que ainda mantêm a sua arquitetura original. Enquanto a tradição ocidental aspira à permanência, a arquitetura japonesa valoriza a flexibilidade, alterando ou destruindo a maior parte dos seus edifícios. O clima instável criado por circunstâncias especiais ao longo da história do Japão (terramotos, tsunamis, bombardeamentos, ataques nucleares e uma rápida evolução tecnológica) conduziu a uma cultura que aceita ciclos de destruição e de renovação como uma parte natural da vida. Tendo como fundo o universo das sombras, da patine do minimalismo de Junichiro Tanizaki (O Elogio da Sombra, 1933), Inês d’Orey investiga microcosmos improváveis na cidade de Tóquio, onde se podem encontrar diferentes formas de visualizar e de sentir o espaço. Peças de museu que não podem tocar-se. Onde não podemos sentar-nos. Do not sit down, please. [EN]  Tokyo is a gigantic creature that sheds its skin as it stretches and grows. Most buildings in the city are demolished as soon as they are outdated or no longer needed, and new buildings spring up in their place, at a very fast pace. The residents of this mega metropolis believe that any house over 30 years is obsolete. The creature doesn’t only shed its skin. It changes its flesh. And also its bones. Inês d'Orey's work in the last years has been dealing mainly with the reinterpretation of interior urban space, exploring the transformation of the identity of the historical heritage in the contemporary city. This new series, Do Not Sit Down, focuses on the Japanese relationship with the country's architectural legacy, specifically on Tokyo's 1930’s to 70’s interior space of preserved buildings. If Western tradition aspires to permanence, Japanese architecture focuses on flexibility, altering or destroying most of its buildings. The unstable environment created by special circumstances throughout Japan’s history (earthquakes, tsunamis, bombings, nuclear attacks and a rapidly updating technology), led to a culture that accepts cycles of destruction and renewal as a natural part of life. Informed by Junichiro Tanizaki's world of shadows, patina and minimalism (In Praise of Shadows, 1933), Inês d'Orey investigates improbable realms in Tokyo (where its residents believe that any building over 30 years is old and in need of replacement ),different ways of envisioning and feeling space. Museum pieces that cannot be touched. Where nobody can sit. Do not sit down, please.

Actualizado

Fuente: Galería Presença

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