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O Olhar Divergente
Evento finalizado
01
may 2019
30
jun 2019

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Publicada el 03 may de 2019      Vista 65 veces

Descripción de la Exposición

ARTISTAS | Ana Catarina Fragoso, Ana Catarina Pinho, Andrea Santolaya, António Júlio Duarte, Atelier de Lisboa, Carla Cabanas, Cláudia Varejão, Daniel Blaufuks, Duarte Amaral Netto, Graham Gussin, Gustavo Ciríaco, Hun Chung Lee, José Pedro Cortes, João Paulo Serafim, João Valente, Maria Pita Guerreiro e Dion Soethoudt, Luis Bernardo Leite de Ataíde, Luisa Constantina, Miguel Palma, Márcio Vilela, Pedro Vaz, Thurston Moore, Tito Mouraz, Valter Ventura O ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas inaugura a 1 de maio a exposição “O olhar divergente – As Residências do Pico do Refúgio como património prospetivo”, com curadoria de Miguel von Hafe Pérez. Esta exposição reúne obras de artistas que fizeram parte do programa de Residências Artísticas no Pico do Refúgio, impulsionado por Luís Bernardo Brito e Abreu, desde 2015. São eles Ana Catarina Fragoso, Ana Catarina Pinho, Andrea Santolaya, António Júlio Duarte, Atelier de Lisboa, Carla Cabanas, Cláudia Varejão, Daniel Blaufuks, Duarte Amaral Netto, Graham Gussin, Gustavo Ciríaco, Hun Chung Lee, José Pedro Cortes, João Paulo Serafim, João Valente, Maria Pita Guerreiro e Dion Soethoudt, Miguel Palma, Márcio Vilela, Pedro Vaz, Thurston Moore, Tito Mouraz e Valter Ventura, aos quais se acrescentam os nomes de Luís Bernardo Leite de Ataíde e de Luisa Constantina, num total de 65 obras em exposição. Fátima Marques Pereira, Diretora do ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas entende que “ambos, Pico do Refúgio e ARQUIPÉLAGO trabalhamos as Residências Artísticas, ambos situamo-nos como uma plataforma de criação e produção artística no mesmo território, onde os artistas podem desenvolver o seu trabalho como assim o entenderem e em total liberdade“ pelo que, também por esse motivo “é com muito gosto e empenho que recebemos esta exposição: “O Olhar Divergente – As Residências do Pico do Refúgio como património prospetivo” com curadoria de Miguel von Hafe Pérez.“ Segundo Luís Bernardo Brito e Abreu, durante o programa destas Residências Artísticas “não se propuseram temas nem se prometeram resultados, apenas se esperava uma resposta ao lugar. Durante mais de vinte residências, o Pico do Refúgio serviu como plataforma de criação a dezenas de artistas das mais variadas áreas e nacionalidades, que se deixaram contaminar pelo lado humano, pela história, pela memória e pelo território insular, contaminando de volta a paisagem e as pessoas que os acolheram.” Miguel von Hafe Pérez, que foi convidado a comissariar esta exposição, já acompanhava há algum tempo este programa de Residências Artísticas. Para ele “…o que fica claro, neste primeiro momento em que se olha com um recuo mínimo para as obras agora apresentadas, é a clara inscrição da realidade açoriana nos distintos e pessoais trajetos criativos dos artistas escolhidos. A ilha vê-se assim material e concetualmente perscrutada em processos de investigação formal, de pensamento e discursividade, sem que isso represente qualquer tipo de desvio às linhas de ação estética a nível individual.“ “O olhar divergente – As Residências do Pico do Refúgio como património prospetivo” estará patente no ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas até ao dia 30 de junho.

Actualizado

el 03 may de 2019

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