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Andrea Fiamenghi, "Presente das Águas" (2017)
09
dic 2018
17
ene 2019

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Cuándo: 09 dic de 2018 - 17 ene de 2019
Inauguración: 08 dic de 2018 / 12:00
Horario: Terça-feira a domingo, das 10 às 17h
Precio: R$ 6,00 (meia entrada para aposentados e estudantes) | Grátis aos sábados
Dónde: Museu Afro Brasil / Av. Pedro Alvares Cabral, s/n - Parque Ibirapuera - Portão 10 / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Comisariada por: Silvio Pinhatti
Organizada por: Museu Afro Brasil
Artistas participantes: Andrea Fiamenghi, Eidi Feldon, Gil Reno
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Publicada el 03 dic de 2018      Vista 19 veces

Descripción de la Exposición

Em “Olhares Revelados”, a fotógrafa apresenta 15 imagens que documentam a Cerimônia Águas de Oxalá e as festas do calendário religioso do candomblé A fotógrafa brasileira Andrea Fiamenghi participa da coletiva “Olhares Revelados”, com curadoria de Silvio Pinhatti, no Museu Afro Brasil. A artista apresenta 15 fotografias da série realizada a convite do babalorixá Pai Balbino de Paula, na qual documenta a Cerimônia Águas de Oxalá e as festas do calendário religioso do Terreiro em imagens que exibem as danças frenéticas dos orixás, o balanço de suas vestimentas, suas manifestações visuais, culturais e simbólicas, além de contar um pouco da história dos descendentes africanos no Brasil. A coletiva ainda exibe trabalhos de Eidi Feldon, Gil Reno, Lucila de Ávila Castilho, Paulo Behar, Pedro Sampaio e Tuca Reinés. A Cerimônia Águas de Oxalá representa um ritual anual de purificação e renovação, realizado durante o mês de outubro. “Considerado um rito de passagem, fim e começo de um novo tempo, tem como referência a água, ciclo de uma nova vida", comenta Andrea Fiamenghi, que complementa: “Já as Festas, festas públicas, que ocorrem durante todo o ano, pois são várias, seguem um calendário religioso do Terreiro, como exemplo a Procissão de Iamassê, quando sempre a família do Aganju faz louvação aos ancestrais e Orixás”. O projeto de Andrea Fiamenghi teve início em 2003, no candomblé Ilê Opó Aganju, e já conta com um acervo de cerca de 15 mil imagens. Esta documentação somente pode acontecer sob permissão dos Orixás e com autorização do babalorixá, e retrata desde cenas ritualísticas das cerimônias até as festas, além de fotografias que sobrepõem movimentos dos corpos em imagens da natureza como folhas e flores, criando uma nova leitura poética sobre o trabalho documental. Para a artista, “num resumo, diria que os Orixás me aproximam da força da vida, e fotografá-los me faz estar viva e cheia de Axé”. A fotógrafa acredita que sua arte representa um objeto de comunicação com o mundo, uma conexão com os espectadores, no sentido de buscar a mobilização para o inesperado, para o poético, para uma “realidade da fantasia”, não algo meramente estético. “Quero que minha fotografia seja o inesperado, o subjetivo, o não óbvio, a surpresa de enxergar em outros paramentos. Desconstruir uma fotografia lógica. A possibilidade de conseguir abstrair do mundo prático e ir para um mundo sensível, sem muitas explicações, onde as coisas falem por si só. Fotografar para mim é como recurso que utilizo ou para documentar algo importante ou para mobilizar o outro com a minha maneira de olhar o mundo. Descobri através da minha fotografia que as pessoas enxergam o mundo de formas completamente diferentes. Como cada um de nós enxerga? Através da sua sensibilidade e repertório de vida. Uma série de componentes genéticos, históricos, ancestrais, culturais. A fotografia possibilita mostrar a minha forma sensível de ver o mundo, as pessoas”, conclui Andrea Fiamenghi. Sobre a coletiva “Olhares Revelados”: Vivemos bombardeados de imagens a todo instante, grande parte em razão das diversas redes sociais, as quais se tornaram ferramentas práticas na produção massificada de imagens. A coletiva pretende revelar ao espectador - que vive este momento de banalização da fotografia, com imagens cada vez mais prolixas e sem caráter autoral - “o que há de único e especial do olhar dos fotógrafos escolhidos. A opção por apresentar séries fotográficas de cada artista vem justamente atestar que esses trabalhos foram pesados e medidos com o rigor da técnica e a paixão da arte, com o cuidado do pensador e a criação do artista”, comenta Silvio Pinhatti. Através de uma grande diversidade de trabalhos, é possível identificar o que cada fotógrafo enxerga como belo. “Ampliar essas imagens, expô-las lado a lado – aferindo sentido a cada um desses trabalhos – é uma maneira nobre de resgatar a arte fotográfica”, completa o curador.

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Fuente: Balady Comunicação

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