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Politopos Irregulares
Evento finalizado
14
dic 2018
18
mar 2019

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Cuándo: 14 dic de 2018 - 18 mar de 2019
Inauguración: 14 dic de 2018
Dónde: Museu Oscar Niemeyer - MON / Rua Marechal Hermes, 999, / Curitiba, Parana, Brasil
Comisariada por: Raúl Niño Bernal
Organizada por: Museu Oscar Niemeyer - MON
Artistas participantes: Vera Lúcia Didonet Thomaz
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Publicada el 31 ene de 2019      Vista 34 veces

Descripción de la Exposición

O diálogo entre o curador Raúl Nino Bernal e a artista Didonet Thomaz será apresentado em fragmentos de algumas mensagens de trabalho na linha do tempo, do estudo e da organização do seu “memorial de pesquisa: arquivo” e culminará com o texto curatorial (2015-2018), na antessala ou “sala da curadoria”, novidade em termos de exposição. Nela também estarão expostos raciocínios que focam a origem do projeto Politopos Irregulares, desde o interior para o exterior da Casa Estrela no jardim circundante, “lugar primordial”, originariamente construída na Rua Dr. Zamenhoff, 65 (no bairro Alto da Glória, em Curitiba), antes e depois de haver sido desmontada (1998-2018). Incluem-se fascículos, catálogos (da 10ª Bienal do Mercosul), livros de leituras significativas, publicações decorrentes de pesquisa comunitária em arte, especificamente na Casa Estrela, em desuso, pesquisa que avançou com o nome de Politopos Irregulares, ao se iniciarem análises de amostras de resinas liberadas no tronco da Araucaria Columnaris; é quando novas morfologias em imagens são descobertas com achados, por exemplo, de ácaro. O curador comenta o trabalho: “A exposição de Politopos Irregulares, da artista Didonet Thomaz, apresenta uma poética sobre diversas relações espaciais, principalmente dos entornos biológicos e dos ecossistemas que nos rodeiam, em que é possível fazer conexões por meio de topologias ou redes com base nas imagens dos lugares, cuja memória é parte de um patrimônio, de uma lembrança ou de elementos que têm um horizonte na história. Os Politopos são bifurcações de trajetos ou desvios baseados na incerteza e no azar, que se reconstroem mentalmente e de maneira imaginária, com o exercício de traçar linhas de conexão sobre uma imagem. Ainda de acordo com a curadoria, nesta exposição é importante ressaltar o conceito de Politopos Irregulares, para aproximarmo-nos do indeterminado, do desconhecido. “O resultado desta exposição é também produto do conhecimento e de olhar o que se desconhece, para colocá-lo em evidência como mundo possível, produto da inovação em processos culturais e artísticos. Estes, por sua vez, são processos metodológicos de busca, de pesquisa do que está cotidianamente entre nós e guarda segredos. Com o acima exposto, convida-se a suspeitar do que vemos, a indagar-lhe as possibilidades. A vida dos materiais está em constante evolução; não haverá relações sobre a perfeição. Este é um caminho que convida à incerteza e aos mundos possíveis.”

Actualizado

el 31 ene de 2019

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