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Thiago Honório. Roçabarroca — Cortesía de la Galeria Luisa Strina
13
oct 2020
15
mar 2021

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Cuándo: 13 oct de 2020 - 15 mar de 2021
Inauguración: 13 oct de 2020
Horario: de martes a viernes de 12 a 18 h.
Precio: Gratuita durante el mes de octubre
Dónde: Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) / Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/n / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP)
Artistas participantes: Thiago Honório
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Publicada el 04 mar de 2020      Vista 73 veces

Descripción de la Exposición

A partir de 21 de março, o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta a instalação roçabarroca (2018/2020), do artista mineiro Thiago Honório, no Projeto Parede – espaço entre o saguão de entrada do MAM e a Sala Milú Villela. O artista veste as paredes do corredor do prédio reformado por Lina Bo Bardi com taipa de mão e pau a pique, deixando-as em “carne viva”. O título da obra é inspirado no livro Roça barroca, da poeta Josely Vianna Baptista, que traduz o mito poético da criação do mundo da tribo indígena Mbyá-Guarani do Guairá a partir de cantos sagrados. Ao unir as duas palavras, a grafia explicita elementos presentes na instalação, como roça, oca, oco, barro e barroca. Em roçabarroca, o artista homenageia duas figuras importantes em sua trajetória: Maria Boaventura de Souza, sua avó materna, que viveu em uma casa de pau a pique no interior de Minas Gerais; e Maria de Fátima Boaventura de Souza Andrade, sua falecida tia, que em 1978 registrou a casa em fotografias. Esses mesmos registros levaram Honório a criar, agora, uma fotomontagem, que foi a maior referência para a construção da obra. Para a instalação, o mineiro reveste as duas paredes que cercam o corredor do Museu com taipa de mão e pau a pique, entrelaçando ripas e toras de madeiras com galhos recolhidos no Parque Ibirapuera e vigas de bambu amarrados por sisal ou cipó. “Há uma inversão em tal vestimenta das paredes internas do corredor – que foi tomado como uma espécie de garganta e que se inicia no Auditório Lina Bo Bardi e dá acesso ao bebedouro, ao restaurante e à sala principal de exposições do Museu –, ao se trazer para a epiderme as entranhas, aquilo que presumivelmente não seria revelado e submetido ao reboco, acabamento e pintura”, explica o artista.

Actualizado

el 14 oct de 2020

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