Realce (obras do acervo)
Evento finalizado
12
dic 2020
21
feb 2021

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Publicada el 10 dic de 2020      Vista 104 veces

Descripción de la Exposición

Realce é a primeira aproximação da nova Direção Artística com as coleções e a arquitetura dos espaços no MAM Rio. Traz um processo pessoal de aprendizado e familiarização com as obras; exercícios de reflexão sobre as escolhas individuais e coletivas, sobre o que pode ser mostrado e dito das coleções em várias perspectivas e escolhas como curadores. Este encontro que estamos promovendo se propõe a pensar as obras do acervo e as possibilidades da sala, da luz que volta a entrar cada vez mais, restaurando o projeto arquitetônico original. Os desafios expográficos seduzem o pensamento. Vibrar sob uma intensa luz e reagir a nossos olhares interessados, definitivamente curiosos e sem muitas certezas. Com obras de Anna Maria Maiolino, Djanira, Mira Schendel, Cícero Días, Edival Ramosa, GTO, Hélio Melo, Le Corbusier e Max Bill, entre outros. ------------------------------- Texto curatorial Estamos apenas começando com uma aproximação, a primeira de várias, por meio de algumas escolhas entre as muitas possíveis. Todas as obras desta exposição fazem parte das coleções do MAM Rio e foram selecionadas em função do encantamento que resultou de nosso encontro. As paredes expográficas de Karl Heinz Bergmiller também são parte do patrimônio do museu, assim como as suas janelas, que enquadram a paisagem que enxergamos através delas. Constatar essas presenças talvez seja o primeiro fato digno de destaque. A partir delas, nosso convite é para se aproximar com um olhar renovado. O que importa são os encontros no percurso. As coisas que se destacam, as que deixam marca, as que levamos pelos olhos e com a memória, até o final ou só por um momento. Aquelas que nos confrontam, mas também as que percebemos apenas pelo canto do olho. As que se realçam e nos realçam. Toda apresentação é no fundo uma tentativa de realçar. Mas aquilo que realça pode ocultar outro aspecto ou elemento. Muitas vezes o que deixamos de ver é o que faz tudo acontecer; é base. Uma possibilidade entre outras é não ter chegado até aqui, e não ler estas palavras. Para quem chegou, o retorno pode adotar vários caminhos. Rápido, em direção à saída, ou talvez olhando algo de novo, desde outro ângulo, em outra sequência; ficar, contemplando a paisagem, ou falar com alguém que esteja por perto, trabalhando ou visitando. No museu há regras, mas não são tantas. Assim, a experiência não depende tanto do que se ofereça quanto das vontades e disponibilidades dos que aqui entram. Keyna Eleison e Pablo Lafuente Artistas na exposição: Adriana Varejão, Aluísio Carvão, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Henrique Amaral, Antônio Maia, Antonio Manuel, Antonio Poteiro, Bruno Munari, Carlos Vergara, Carlos Zilio, Cícero Dias, Cildo Meireles, Claudio Tozzi, Dionísio Del Santo, Djanira, Edgar Negret, Edival Ramosa, Efrain Almeida, Farnese de Andrade, Frans Krajcberg, Gilvan Samico, Glauco Rodrigues, GTO, Heitor dos Prazeres, Hélio Melo, Ivan Serpa, Ivens Machado, Jean Arp, Josef Albers, Le Corbusier, Leda Catunda, Luiz Paulo Baravelli, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Manabu Mabe, Marepe, Maria Martins, Mario Cravo Junior, Max Bill, Mira Schendel, Nelson Félix, Rubens Gerchman, Tunga, Véio, Waltercio Caldas.

Actualizado

el 10 dic de 2020

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