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Cortesía de SP-Arte
Evento finalizado
03
abr 2019
07
abr 2019

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Cuándo: 03 abr de 2019 - 07 abr de 2019
Inauguración: 03 abr de 2019
Dónde: Parque Ibirapuera / Parque Ibirapuera / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Comisariada por: Alexia Tala, Marcos Gallon, Tiago Mesquita
Organizada por: SP Arte Eventos Culturais Ltda.
Artistas participantes: Achilina Bo - Lina Bo Bardi, Adriana Duque, Albano Afonso
Galerías participantes: ,Ovo, A Gentil Carioca, Alexander Gray Associates
Almeida e Dale Galeria de Arte, Aloisio Cravo, AM Galeria de Arte, Amparo 60 Galería - Amparo Sessenta, Ana Neute para Itens, Andrea Rehder Arte Contemporânea, Anita Schwartz, Apartamento 61, Arte 57, Arte Hall, ArtEEdições, Artemobilia Galeria, Atelier Gustavo Bittencourt, Athena Galeria de Arte, Aura Arte Contemporânea, Baró Galería, Bendana-Pinel Art Contemporain, Bergamin & Gomide, BG 27, Bianca Barbato, Bianca Boeckel Galeria, Bolsa de Arte, Buenos Aires Fine Arts, Carbono Galería, Casa Triângulo, Casanova, Cassia Bomeny Galeria, Celma Albuquerque Galeria de Arte, Choque Cultural Gallery, Colecionador Escritório de Arte, Dan Galeria, David Zwirner, Die Ecke Arte Contemporáneo, Elba Benitez, espaivisor, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), Fernando Pradilla, Fólio, Formatto Galeria, Fortes D'Aloia & Gabriel (ex-Galería Fortes Vilaça), Gabriel Wickbold Studio & Gallery, Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea, Galería Aninat, Galeria Arte Ipanema, Galeria Athena, Galeria Base, Galería Berenice Arvani, Galería Caribé, Galeria de Babel, Galería de las Misiones, Galería Eduardo Fernandes, Galería El Museo, Galeria Emma Thomas, Galeria Estação, Galeria Frente, Galería INOX, Galeria Jaqueline Martins, Galeria Karla Osorio (ex-Gabinete de Arte k2o), Galeria Leme, Galería Leme/AD, Galería Luisa Strina, Galería Lume, Galeria MaPa, Galeria Marcelo Guarnieri, Galeria Mario Cohen (ex-Pequena Galeria 18), Galeria Millan, Galeria Murilo Castro, Galeria Nara Roesler, Galería Patricia Ready, Galeria Raquel Arnaud, Galeria Steiner, Galeria Superfície, Galería SUR, Galeria Ultravioleta, Galería Vermelho, Galeria Ybakatu, Galería Zielinsky, Galleria Continua, Galleria Franco Noero, Gustavo Rebello Arte, Hilda Araújo Escritorio de Arte, Hugo França, IK Projects Gallery, Jackie Shor Arte - Jacqueline Perla Shor Gliksman, Janaina Torres, Konsepta, Kubikgallery, Leandro Garcia, Lisson Gallery, Luciana Brito Galeria, Luciana Caravello Arte Contemporânea, Luis Maluf Art Gallery, Lurixs: Arte Contemporânea, Mamute, Manoel Macedo, Marcia Barrozo do Amaral - Galeria de Arte, Marilia Razuk, Mendes Wood DM, Movimento Arte Contemporânea, Mul.ti.plo Espaço Arte, Neugerriemschneider, OA Galería - Objeto Arte, OMA Galeria, Opera Gallery, Papel Assinado, Paulo Darzé Galeria de Arte, Paulo Kuczynski Escritório de Arte, Periscópio Arte Contemporânea, Piero Atchugarry, Pinakotheke Cultural, Plataforma4, Portas Vilaseca Galeria, Referência Galeria de Arte, Ricardo Camargo Galeria, Roberto Alban, Ronie Mesquita Galeria, Room 8, Sé Galeria de Arte, Sergio Gonçalves Galeria, Silvia Cintra Galeria de Arte + Box 4, SIM Galeria, Simões de Assis, Verve Galeria, WALDEN Gallery, Zipper Galería
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Publicada el 03 sep de 2018      Vista 133 veces

Descripción de la Exposición

En 2019, el Festival volverá a una variada agenda de eventos en el Pabellón Bienal. La categoría de arte abarca los sectores tradicionales principal, Solo y Repertorio [Repertorio], mientras que la categoría de diseño, ahora en las TIC cuarta edición, presentará por primera vez tres áreas: Arquitectos, Diseño y nuevos diseñadores. Actualmente, las aplicaciones son bienvenidas para los siguientes sectores multidisciplinarios: Principal, incluido el arte moderno y contemporáneo, con galerías enfocadas en obras desde principios del siglo XX hasta el presente. Solo, presentando los stands de un solo artista, coordinado por la curadora invitada Alexia Tala. Al explorar los desafíos históricos de América Latina, el curador chileno y director artístico de la Plataforma de Atacama, plantea cuestiones relacionadas con múltiples identidades del continente: "Solo se dedica a proyectos unidos por temas, incluyendo", y '¿Cómo vemos 'quiénes son?' nosotros mismos? ', que invierten la percepción de los demás hacia nosotros ". Repertório se enfoca en las galerías que desean presentar proyectos de obras históricas por un solo o grupo de artistas considerados esenciales para la comprensión de las prácticas artísticas contemporáneas. Los expositores para las secciones Solo y Repertório son seleccionados ya sea por solicitud o por invitación del comisario invitado. Se publicará más información sobre el sector Repertório en el sitio web de SP-Arte. La categoría de Diseño vuelve a la 15ª edición de la Feria, destacando la larga historia de diseño de Brasil, al tiempo que abre un foro de discusión, presentación y visibilidad en una plataforma internacional. Además de su sector de diseño tradicional, dedicado a piezas de renombre y antigüedades, SP-Arte da la bienvenida a dos nuevos sectores más específicos, arquitectos y nuevos diseñadores. Mientras que el primero exhibe piezas de diseño desarrolladas por arquitectos para proyectos específicos, este último se enfoca en diseñadores independientes de muebles, iluminación y objetos. Envíe un correo electrónico a application@sp-arte.com para más información. --------------------------------------------------------------------- Curador Marcos Gallon é novo responsável pelo setor Performance na SP-Arte Diretor artístico da Verbo – Mostra de Performance Arte há quinze anos, Marcos Gallon é o novo curador do setor Perfomance na SP-Arte. Para a próxima edição, cinco artistas, representados por galerias integrantes da Feira, apresentam ações ao longo do Pavilhão da Bienal. Gallon conta que não haverá um tema em torno de suas escolhas, apenas um desejo de apresentar a diversidade das práticas que constitui o campo da performance . “Consigo identificar algumas qualidades das performances feitas no Brasil, há artistas que se aproximam de ideias ancestrais; artistas que empregam outras mídias, criando ferramentas ou extensões do corpo; artistas que se aproximam da literatura, entre outros. Minha intenção é justamente mostrar essa pluralidade. Mais do que um recorte curatorial temático, me interessam essas questões práticas do fazer, que integram fortemente o campo da performance”, afirma. Parte das ações que serão apresentadas guardam características em que o público poderá ver os vestígios da obra mesmo sem a presença dos artistas. A programação do setor será diária e todos os artistas se apresentam pelo menos uma vez ao dia. Integra o programa ainda a aquisição por parte da SP-Arte de uma das cinco ações. O artista receberá o valor de R$ 20 mil e a ação será doada a uma instituição pública em São Paulo. O objetivo é ampliar a presença da performance nos contextos comercial e institucional da arte: “As coleções, tanto públicas quanto privadas, são carentes desse tipo de linguagem em seus acervos. A ideia é trazer a discussão da performance para um âmbito mais comercial e a feira de arte é um importante espaço para isso”, conta Gallon. Na aquisição, o artista contemplado deverá entregar documentos ligados à performance, sejam fotos, vídeos, ou apenas uma descrição da ação e as condições de sua realização. “Há artistas que autorizam que o registro da ação seja apresentado, assim como sua reencenação em contextos específicos. Mas há outros que privilegiam a experiência ao vivo. Apesar de difícil, o ato de colecionar performances é possível por meio de registros audiovisuais ou documentais. Queremos justamente fomentar coleções desse tipo no Brasil”, completa. Marcos Gallon Possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Como bailarino e coreógrafo trabalhou em várias companhias de dança em São Paulo. De 1993 a 1996 assumiu o cargo de Administração da Cia. Terceira Dança em São Paulo. Viveu quatro anos em Berlim (1997-2001), onde ampliou sua pesquisa no campo da dança contemporânea, tendo desenvolvido vários trabalhos junto a coreógrafos da cena local. Nos anos de 2003 e 2004 criou o projeto “Corpo de Baile”, coletivo composto por bailarinos, performers, designers, atores e artistas visuais. Atualmente é diretor artístico da Verbo – Mostra de Performance Arte, plataforma anual de performance arte criada pela Galeria Vermelho (São Paulo), em 2005. É co-autor de “Das, um olhar contemporâneo sobre um trabalho da Cia. Terceira Dança” (Annablume, 1995), e organizador de “Verbo – mostra de performance arte” (Ed. Tijuana, 2015). Setor Performance em 2018 Em 2018, a então curadora Paula Garcia reuniu cinco performances de longa duração, que aconteceram em um espaço dedicado a elas no segundo andar do Pavilhão. Gabriel Vidolín, Karlla Girotto, Paul Setúbal, o duo Protovoulía (Jessica Goes e Rafael Abdala) e o coletivo Brechó Replay desempenharam as performances do começo ao fim do Festival, em jornadas que se estenderam por mais de oito horas. Nova curadora do Solo, Alexia Tala explora as múltiplas identidades da América Latina na SP-Arte/2019 Refletir sobre as múltiplas identidades da América Latina e traçar relações entre narrativas aparentemente desconexas será a missão da curadora chilena Alexia Tala, nova responsável pelo setor Solo da SP-Arte/2019, que acontece entre 3 e 7 de abril, no Pavilhão da Bienal (Parque Ibirapuera), em São Paulo. “Os estudos pós-coloniais mostram que carregamos até os dias de hoje o peso da visão estrangeira – especialmente a eurocêntrica – na construção da história latino-americana. Nenhum outro lugar alimentou tão fortemente as fantasias e mitos da Europa quanto essa suposta América ‘descoberta’ e ‘inventada’, como bem diagnosticou o historiador mexicano Edmundo O’Gorman”, reflete Alexia. Para a próxima edição da SP-Arte, a curadora propõe desconstruir a visão estrangeira que a América Latina tem de si mesma, a partir de questionamentos fundamentais. “A seleção dos projetos artísticos para o setor Solo se baseia em perguntas como ‘quem somos?’ e ‘como nos vemos?’. A ideia é inverter esses olhares outros, propondo novos conceitos e desdobramentos críticos a partir da história, da antropologia, da etnografia, da arquitetura e da história cultural”, afirma. Quatro eixos curatoriais guiam o projeto para o setor: (1) América, terra de oportunidades, cujo objetivo é apresentar artistas que se ocupam em trabalhar as consequências das diferentes formas exploratórias da região; (2) Expedições imaginárias – Medições do invisível, com trabalhos que abordam abstrações do espaço e múltiplas ilustrações do território – imaginário ou real; (3) Homens do paraíso e do inferno, com obras de recorte mais antropológico, que propõem representações da ancestralidade latino-americana e utilizações de técnicas mais tradicionais na atualidade; e, por fim, (4) Cronistas contemporâneos, que exibe projetos desenvolvidos a partir da mescla de estratégias documentais e narrativas poéticas. Alexia Tala Curadora independente e diretora artística da Plataforma Atacama, Alexia Tala é especializada na pesquisa da arte latino-americana. Mais recentemente, se dedica à curadoria geral da Bienal de Arte Paiz de 2020, na Guatemala, e à publicação de uma monografia sobre a chilena Lotty Rosenfeld. Foi co-curadora da 8ª Bienal do Mercosul – Ensaios de geopoética e da 4ª Trienal Poligráfica de San Juan de Puerto Rico, na 20ª Bienal de Arte Paiz da Guatemala. Escreve também para publicações de arte na América Latina e no Reino Unido, além de ser autora de “Installations and Experimental Printmaking” (UK, 2009). Setor Solo Criado em 2014, o Solo é dedicado à exibição de projetos curatoriais focados em um único artista. Mais de cinquenta galerias nacionais e internacionais passaram pelo setor nos últimos cinco anos, como Blank (África do Sul), Casas Riegner (Colômbia), Elba Benítez (Espanha), Fragment (Russia), Nara Roesler (Brasil), Richard Saltoun (Inglaterra) e Ruth Benzacar (Argentina). Crítico Tiago Mesquita assume curadoria do setor Repertório na 15ª SP-Arte O crítico e professor de história da arte Tiago Mesquita assume a curadoria do setor Repertório, na SP-Arte 2019, de 3 a 7 de abril, no Pavilhão da Bienal. Como o próprio nome sugere, este é um setor dedicado à formação de um repertório mais amplo sobre a produção de arte dos últimos anos. A ideia é criar um diálogo entre aclamados artistas internacionais menos conhecidos no Brasil e nomes historicamente relevantes para a arte brasileira, mas que não tiveram a merecida visibilidade ao longo dos anos. Mais uma vez, o setor apresenta uma exposição com recorte histórico, desta vez focando em artistas do século XX, sobretudo nomes relevantes para o contexto pós-Segunda Guerra Mundial (entre 1950 e 1980). “Dei prioridade a artistas que pensam as vanguardas depois que as promessas utópicas da modernidade se dissiparam”, afirma Mesquita. Problemáticas peculiares ao período, tais como crises de representação e um viés conceitual de tom crítico, permeiam os trabalhos dos selecionados até então. “Fiquei menos preocupado com uma temática que amarrasse as obras e mais com a qualidade do elenco”, completa. O curador também promete certo ineditismo: “Estou em busca de peças que não costumam ser exibidas normalmente, como formatos não usuais ou trabalhos de épocas pelas quais os artistas não são comumente conhecidos”. Em seu recorte, Mesquita prezou pela diversidade estética das obras, cuja seleção já inclui videoartistas, pintores, performers e artistas conceituais. Em breve, mais informações sobre a lista completa de nomes. Tiago Mesquita Tiago Mesquita é crítico de arte e professor de história da arte. Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo, já publicou em periódicos como Revista Fevereiro, Folha de S. Paulo, Frieze (Londres), Novos Estudos Cebrap, O Público (Lisboa) e Quatro cinco um. Como curador, organizou exposições de artistas como David Drew Zingg e José Bezerra. Publicou, entre outros, os livros “Rodrigo Andrade: Resistência da matéria”, “Paulo Monteiro: O interior da distância” e “Imagem útil, imagem inútil”. Repertório 2018 Com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, a segunda edição do setor apresentou um recorte artístico cronológico focando em trabalhos produzidos durante a década de 1980 e contou com a presença de nomes como Chen Zhen (Galleria Continua), Christian Boltanski (Marian Goodman) e Ione Saldanha (Almeida e Dale).

Obras expuestas en SP-Arte 19 (2 Obras)

Cadeira Maitá e Cadeira Marimbá, 2019 Hugo França
Escultura
Acúmulo, 2019 Andrey Gustavo Rossi
Pintura

Actualizado

el 04 abr de 2019

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