Still Life 1
Evento finalizado
06
ago 2016
27
ago 2016

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Cuándo: 06 ago de 2016 - 27 ago de 2016
Inauguración: 06 ago de 2016 / 17h
Horario: De segunda a sexta, das 12h às 19h / Sábados, das 12 às 17h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Referência Galeria de Arte / SCLN 202, Bloco B Loja 11, Subsolo - Asa Norte / Brasília, Distrito Federal, Brasil
Comisariada por: Onice Moraes de Oliveira
Organizada por: Referência Galeria de Arte
Artistas participantes: Adriana Rocha
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Correo electrónico: referenciagaleria@gmail.com
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Publicada el 25 jul de 2016      Vista 205 veces

Descripción de la Exposición

Artista visual paulistana apresenta na Referência Galeria de Arte sua mais recente produção em pinturas e desenhos, em que trata da inexorabilidade do tempo e da passagem do homem pela terra, e lança o livro com registro de 30 anos de trabalho No próximo dia 6 de agosto, sábado, a partir das 17h, a Referência Galeria inaugura uma mostra com a mais recente produção da artista visual Adriana Rocha, que explora a inexorabilidade do tempo a partir de uma perspectiva da ruina material e existencial. Na ocasião, será lançado o livro “Habitar o limite”, que reúne obras da artista e textos de críticos de arte, apresentando uma trajetória de 30 anos de dedicação ao ofício. A mostra fica em cartaz até o dia 27 de agosto, com visitação de segunda a sexta, das 12h às 19h, e sábados, das 12h às 17h. A Referência Galeria de Arte fica na 205 Norte, Bloco A, Loja 9, Brasília-DF. Telefone: (61) 3361-3501. Segundo a artista, o ponto de partida de qualquer elaboração é a consciência de um problema. Também na arte é assim: É o problema que conduzirá à experiência. Adriana Rocha traz para Brasília a série Still Life, ainda em desenvolvimento. “Esses trabalhos são os primeiros que tenho concluídos. As pinturas e desenhos apresentados na Referência Galeria de Arte tratam a ruína como categoria estética. “O que nos deixa algo que já viveu seu esplendor e agora definha? O que tal coisa/pessoa/ideia nos faz pensar? Esta é uma série que pensa muito sobre o tempo e sua passagem”, afirma a artista. São pinturas e 3 desenhos”, afirma a artista, que trabalha com uma “prática mestiça”, termo alcunhado pela historiadora da arte Annateresa Fabris para descrever o uso concomitante de meios diferentes, neste caso, fotografia e pintura. O motivo para usar as duas técnicas tem uma razão. A pintura é um processo lento, cheio de idas e vindas, passível de variadas interpretações. A fotografia é instantânea, objetiva, congela num átimo de segundo a verdade de algo. Mas quando postas em confronto inauguram uma outra qualidade temporal naquele espaço. Uma temporalidade mais relativa aos estados de consciência que a qualquer realidade identificável. Quando essa hibridização de meios acontece, as imagens são ressignificadas e passam a mostrar os registros da percepção temporal de uma maneira simultânea. Libera-se então um tempo que não é mais aquele das imagens, mas sim, um tempo sem tempo. O problema que impulsiona a produção da artista é pensar sobre como o homem lida com a inexorabilidade do tempo, “esse tempo que nos esmaga e que, paradoxalmente, é uma criação humana, não existe”. Ela se debruça sobre questões como os vestígios das 60 bilhões de pessoas já viveram aqui antes de nós. Lidar com esses vestígios, manipular imagens para que falem desses rastros, dessas pegadas. Estabelecer pontes entre o que julgamos saber e o que não temos ideia. Por essa razão, as imagens que escolhe para usar, não são importantes por seu significado original, mas por servirem como marcas desse tempo. “Muito mais do que a pintura, a mim interessa a manipulação dessas imagens e o que elas me dirão ao final”, completa Adriana. Livro de registros Em 2012, Adriana Rocha apresentou na Referência Galeria de Arte a mostra Habitar o limite, uma série de telas à óleo e desenhos que tratavam dos espaços vazios, das impossibilidades e de tudo aquilo que não é certeza nas relações humanas. A série emprestou o nome ao livro que agora é lançado na Referência. Com 208 páginas, textos críticos de Regina Johas, Agnaldo Farias, Maria Alice Milliet e Kátia Canton e cerca de 150 imagens de obras e projetos, a publicação registra os 30 anos de caminho, de pensamento, de experiências da artista. “Os trabalhos já foram, ganharam o mundo. Esse livro, de alguma forma, resgata essa trajetória”, afirma. A partir do dia 6 de agosto, o livro Habitar o limite estará à venda na Referência Galeria de Arte. Valor: R$50,00. Sobre Adriana Rocha Nascida em 1959, Adriana Rocha é formada no curso de Licenciatura Plena em Artes Plásticas, na FAAP. Por mais de 15 anos, exerceu atividades em ilustração editorial, junto à Editora Cidade Nova, assim como vários projetos gráficos para teatro. Hoje, a paulistana dedica-se ao trabalho em seu ateliê, com diversas técnicas, como plotagens sobre adesivo, impressões e pinturas, além de dar cursos temporários. Com três décadas dedicadas às artes visuais, Adriana realizou exposições em vários centros culturais e galerias do Brasil, bem como na Argentina, nos Estados Unidos e na França. Suas obras fazem parte do acervo de instituições importantes, como o Museum of Latin Art - Los Angeles (EUA) -, Instituto Itaú Cultural – São Paulo -, Museu de Arte Brasileira, FAAP – São Paulo -, Museu de Arte Contemporânea Bobigny - Paris (França) – e Fundação das Onze Janelas – Belém. Serviço: Still life Pinturas e desenhos De Adriana Rocha Inauguração: 6 de agosto, sábado Horário: das 17h às 21h Visitação: até 27 de agosto De segunda a sexta, das 12h às 19h Sábados, das 12 às 17h Habitar o limite Livro de Adriana Rocha Com textos críticos de Regina Johas, Agnaldo Farias, Maria Alice Milliet, Kátia Canton 208 páginas Valor: R$ 50,00 Lançamento: 6 de agosto, sábado Horário: das 17h às 21h

Actualizado

el 26 jul de 2016

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