Cortesía de Fortes d'Aloia
27
ago 2019
19
oct 2019

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Cuándo: 27 ago de 2019 - 19 oct de 2019
Inauguración: 27 ago de 2019
Dónde: Fortes D’Aloia & Gabriel - Carpintaria / Rua Jardim Botânico 971 / Rio de Janeiro, Brasil
Organizada por: Fortes D'Aloia & Gabriel (ex-Galería Fortes Vilaça)
Artistas participantes: Sarah Morris
Enlaces oficiales Web 
Publicada el 06 sep de 2019      Vista 3 veces

Descripción de la Exposición

A Carpintaria tem o prazer de apresentar a terceira exposição individual de Sarah Morris no Brasil. A artista apresenta oito pinturas inéditas, além de seis desenhos sobre pôsteres de filmes históricos. O título da mostra – Hoje nos encontramos em um impasse, em tradução livre – deriva do título de uma das pinturas da série Sound Graph [Gráfico de Som], em que a artista emprega uma arquitetura de formas abstratas vívidas, provocando o senso de reconhecimento visual do espectador. A mais recente série de pinturas de Morris tem origem em fragmentos de gravações de conversas. Os Gráficos de Som são interpretados através de esmalte sobre tela, expandindo o vocabulário da artista sobre linguagem, tecnologia e monitoramento. O discurso torna-se imagem, reimaginado por ela. Os títulos são retirados de fontes diversas: de uma célebre citação de Tristes Trópicos (1955) do antropólogo Claude Lévi-Strauss – que também é aludida na canção Fora de Ordem de Caetano Veloso –, ao famigerado diálogo entre o ex-senador Romero Jucá e o empresário Sérgio Machado antes do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016. As pinturas utilizam uma vasta gama de referências, que vai da arquitetura ao desenho industrial, passando pela iconografia cartográfica, pela linguagem, pelos diagramas sociológicos, e pelas teorias dos sistemas e dos jogos. Morris também retrata o calendário lunar em um grid colorido que marca o tempo real e o contexto da exposição. Agosto de 2019 [Rio] e Setembro de 2019 [Rio] fazem parte desta série em andamento. Em Dígitos, uma pintura baseada na intensidade e na poesia das mãos de Niemeyer, a composição concêntrica sugere uma ilusão e suas soluções. Inspirando-se em Roberto Burle Marx, Lina Bo Bardi, Oscar Niemeyer, em frutas, e até mesmo em capas de discos da Bossa Nova, suas telas são realizadas a partir de composições brilhantes, cujas curvas, vetores e esferas interligadas referem-se aos acentuados contrastes das muitas formas sociais do Brasil. Realçando a tensão entre ficção e realidade, imagem e abstração, Morris também usa nanquim e guache para desenhar sobre pôsteres icônicos de cinema, como Todos os homens do presidente (1976), do lendário diretor norte-americano Alan J. Pakula. A trama acompanha os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que investigam e denunciam no Washington Post o escândalo de Watergate, o que eventualmente leva à renúncia do presidente Richard Nixon, estabelecendo uma impressionante conexão com as pinturas da série Sound Graph. Curiosamente, foi a voz de Nixon gravada nas fitas de áudio que acabou derrubando-o. Desde meados dos anos 1990, Morris mantém uma relação de proximidade com o Brasil através de visitas frequentes e participações em bienais e exposições. Em 2002, a artista inglesa integrou a seleção da 25ª Bienal de São Paulo, com curadoria de Alfons Hug. No ano seguinte, participou da coletiva A Nova Geometria, com curadoria de Adriano Pedrosa na Galeria Fortes Vilaça, em São Paulo. Em 2012, seu interesse pelo país deu origem a seu décimo primeiro filme, Rio, rodado na capital carioca e filmado em muitas locações, incluindo o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (pouco antes de seu falecimento), a sede da prefeitura de Eduardo Paes, o desfile das campeãs no Sambódromo, e a Cidade de Deus. Coproduzido pela Fortes Vilaça e pela White Cube, o filme foi exibido em 2013 na individual Bye Bye Brazil, em Londres, e em 2015, em São Paulo, simultaneamente nas duas galerias. Sarah Morris nasceu em 1967, no Reino Unido, e vive e trabalha em Nova York. Dentre suas exposições individuais de destaque estão Ullens Center for Contemporary Art (Pequim, 2018); Espoo Museum of Modern Art (Finlândia, 2017); M-Museum (Lovaina, Bélgica, 2015); Kunsthalle Bremen (Bremen, 2013); Wexner Center for the Arts (Columbus, 2012); Fondation Beyeler (Basel, 2008); Museum Boijmans van Beuningen (Roterdã, 2006); Palais de Tokyo (Paris, 2005); Hamburger Bahnhof (Berlim, 2001); Modern Art Oxford (Reino Unido, 1999). Entre as coletivas, destacam-se suas participações em: Solomon R. Guggenheim Museum (Nova York, 2017); Tate Triennial, Tate Britain (Londres, 2003); 25ª Bienal de São Paulo (2002); 4º Site Santa Fe Biennial (Novo México, 2001).

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