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Trevor Shimizu, Emotional Month, 2000, single channel video, color, sound, 2:44 minutes, 48" monitor, oil on canvas. Courtesy of the artist and 47 Canal.
Evento finalizado
20
nov 2019
01
feb 2020

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Cuándo: 20 nov de 2019 - 01 feb de 2020
Inauguración: 20 nov de 2019 / 18.30
Horario: Quinta a Sábado: 15h–19h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Kunsthalle Lissabon / R. José Sobral Cid, 9E / Lisboa, Portugal
Organizada por: Kunsthalle Lissabon
Artistas participantes: Trevor Shimizu
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Publicada el 04 dic de 2019      Vista 28 veces

Descripción de la Exposición

Trevor Shimizu: Performance Artist apresenta um panorama dos vídeos, vídeo-pinturas e intervenções online do artista, oferecendo um comentário presciente e comovente sobre afeto e identidade num momento social mediado tecnologicamente. Embora Shimizu seja reconhecido principalmente pelas suas pinturas e desenhos, as obras em que recorre a um suporte tecnológico ajudam a reformular a sua prática como uma forma expandida de performance. Frequentemente produzidos com recurso a tecnologias digitais lo-fi e de acesso generalizado, os seus trabalhos são reminiscentes das estratégias empregues por uma geração anterior de video-artistas com quem dialogou diretamente enquanto trabalhou como diretor técnico da Electronic Arts Intermix (EAI) em Nova Iorque. Da mesma forma que esses artistas produziram inicialmente trabalhos usando Sony Portapaks e outras câmaras de vídeo, Shimizu usa as ferramentas tecnológicas que tem à sua disposição para simultaneamente registar ações para a câmara e utilizar a linguagem visual dos mass media noutros suportes. Para Shimizu, o vídeo entendido de forma expandida estabelece uma relação provocatória com a pintura. Dos filmes dos meados do século XX sobre Pablo Picasso e Jackson Pollock, nos quais o processo de trabalho do artista masculino e “génio heróico” é documentado através de marcas feitas diretamente no que parece ser a lente da câmara, aos touch screens contemporâneos, a interseção entre pintura e imagem em movimento tem cada vez mais confundido a pincelada de um pincel com o swipe de um dedo no ecrã. Na sua série de vídeo-pinturas, Shimizu associa os seus vídeos existentes a grandes telas não engradadas onde foram cortados buracos para para caber um dispositivo tecnológico. Estas molduras pictóricas para vídeo são geralmente produzidas de uma de duas maneiras: ou monocromos ou abstrações gestuais. Ainda que vídeos e pinturas sejam diferentes na sua apresentação, Shimizu vê os dois modos de trabalhar como provenientes "da perspectiva de uma personagem", o que pode ser, por sua vez, entendido como uma espécie de performance do seu papel enquanto artista.[1] Nestas obras, a apresentação impassível torna por vezes difícil discernir entre Trevor Shimizu, o indivíduo e Trevor Shimizu, o artista como personagem. O humor seco que permeia grande parte do seu trabalho atua, assim, como uma espécie de máscara para a sua investigação crítica sobre a identidade e a apresentação do eu. Embora não exista uma única personagem representada no trabalho de Shimizu, ele tende a gravitar para a figura do "macho beta". Ao contrário das associações negativas frequentemente disseminadas por subculturas da Internet mais antagonistas, como incels, edgelords e brogrammers, Shimizu oferece uma representação mais vulnerável da subjetividade masculina mediada. Os seus retratos autoconscientes e muitas vezes autodepreciativos - do fã passivo ao romântico rejeitado, bem como as suas fantasias idealizadas de outros possíveis eus - falam-nos de inseguranças compartilhadas e de uma necessidade coletiva de pertencer. — Alex Klein, Dorothy & Stephen R. Weber (CHE’60) Curator Institute of Contemporary Art, University of Pennsylvania, Philadelphia [1]“Confusing and Accurate and Deadpan: Trevor Shimizu Interviewed by C. Spencer Yeh,” BOMB, February 19, 2019, https://bombmagazine.org/articles/confusing-and-accurate-and-deadpan-trevor-shimizu-interviewed/. Trevor Shimizu (1978; vive e trabalha em Long Island City, NY) expôs individualmente no Rowhouse Project, Baltimore; e Kunsthal Charlottenborg, Copenhaga. O seu trabalho foi mostrado na Electronic Arts Intermix, Nova Iorque; na White Columns Annual, Nova Iorque; na Whitney Biennial, Nova Iorque; no Queens Museum of Art, Nova Iorque; e no High Museum of Art, Atlanta. Trevor Shimizu: Performance Artist é organizada por Alex Klein, Dorothy & Stephen R. Weber (CHE’60) Curator, Institute of Contemporary Art, University of Pennsylvania (ICA), em colaboração com a Kunsthalle Lissabon, como parte do seu décimo aniversário. A colaboração resulta do projeto I is for Institute, co-organizado com o ICA Spiegel-Wilks Curatorial Fellow Tausif Noor, que examina as perceções e parâmetros de funcionamento de instituições de arte contemporânea com vista a criar um diálogo sobre como as podemos re-imaginar. O projeto desenvolve-se a partir de um conjunto de colaborações expositivas e conversas com curadores em torno de reflexões sobre os seus contextos locais e institucionais. As conversas encontram-se arquivadas em iisforinstitute.icaphila.org. Apoio para a pesquisa e desenvolvimento de I is for Institute recebido do The Pew Center for Arts & Heritage. A Kunstalle Lissabon é apoiada pela República Portuguesa / DGArtes, FfAI, Coleção Maria e Armando Cabral. O projeto Trevor Shimizu: Performance Artist conta ainda com o apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Fundação EDP, Galerias Municipais/EGEAC, Galeria Francisco Fino, MONITOR LISBON e Galeria Vera Cortês. _____________________ The Institute of Contemporary Art (ICA), University of Pennsylvania, is pleased to present Trevor Shimizu: Performance Artist, an exhibition staged across two venues, the ICA in Philadelphia (January 24–May 10, 2020) and the Kunsthalle Lissabon in Lisbon, Portugal (through Febuary 1, 2020), as part of the initiative I is for Institute. Together they present an overview of Trevor Shimizu's videos, video paintings, and online interventions, offering a prescient and poignant commentary on affect and identity in our socially mediated moment. While Shimizu is recognized primarily for his paintings and drawings, the inclusion of the artist’s media works help to reframe his broader practice as an expanded form of performance. Often produced using lo-fi and off-the-shelf digital technologies, his time-based works resonate with strategies employed by an earlier generation of video artists with whom he found himself in direct dialogue through his former job as technical director at Electronic Arts Intermix (EAI) in New York, one of the first nonprofit organizations in the United States dedicated to the advocacy of video as an art form. Just as those artists first produced work using Sony Portapaks and camcorders, Shimizu uses the technological tools at hand both to record actions for the camera and to employ the visual language of mass media for other means. For Shimizu, video in its expanded sense has a provocative relationship to painting. In his ongoing series of video paintings, Shimizu displays flat screens in the center of holes that have been cut into large unstretched canvases. These painterly frames for video are usually produced in one of two distinct genres: monochromes or gestural abstractions. While his videos and paintings are different in delivery, Shimizu sees both modes of working as coming “from the perspective of a character,” which in turn can be understood as a kind of performance of the role of the artist. Within these works, his deadpan delivery sometimes makes it difficult to discern Trevor Shimizu the individual from the artist as character. The dry humor that permeates much of his work thus acts as a kind of mask for his critical investigation into identity and the presentation of the self. Although there is no singular character depicted in Shimizu’s work, he often gravitates to the figure of the lone “beta male.” Contrary to the negative associations often conjured by angry internet subcultures such as incels, edgelords, and brogrammers, Shimizu renders a more vulnerable depiction of mediated masculine subjectivity. His self-conscious and often self-effacing portrayals—from the passive fan and rejected romantic to his sentimental reflections on fatherhood and idealized fantasies of other possible selves—speak to shared insecurities and a collective need to belong. Trevor Shimizu (born 1978 Santa Rosa, CA; lives Long Island City, NY) has had solo shows at the Rowhouse Project, Baltimore; and Kunsthal Charlottenborg, Copenhagen. His work has been exhibited at Electronic Arts Intermix, New York; the White Columns Annual, New York; the Whitney Biennial, New York; the Queens Museum of Art, New York; and the High Museum of Art, Atlanta. Trevor Shimizu: Performance Artist is organized by Alex Klein, Dorothy & Stephen R. Weber (CHE’60) Curator. The exhibition will be accompanied by the forthcoming related publication Broadcasting: EAI at ICA, co-developed with Electronic Arts Intermix (EAI) and designed by Geoff Han. I is for Institute is an ongoing initiative organized by Alex Klein, Dorothy and Stephen R. Weber (CHE’60) Curator and Tausif Noor, 2017–2020 Spiegel-Wilks Curatorial Fellow. The project was co-developed with Gee Wesley, 2015–2017 Spiegel-Wilks Curatorial Fellow, and received additional support from Laurel McLaughlin, Brunilde Sismondo Ridgway Curatorial Fellow, Bryn Mawr College. The Kunsthalle Lissabon was founded by João Mourão and Luís Silva in 2009 in Lisbon, Portugal, and is supported by República Portuguesa, Direção-Geral das Artes, FfAI, and Coleção Maria e Armando Cabral.

Actualizado

el 08 ene de 2020

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