¿Quieres conocer los principales fondos e iniciativas de apoyo al Arte Latinoamericano en museos estadounidenses? Aquí los tienes¡
José Pedro Croft — Cortesía de la Galeria Vera Cortês
08
nov 2018
26
ene 2019

Compártelo en redes

Cuándo: 08 nov de 2018 - 26 ene de 2019
Inauguración: 08 nov de 2018
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Galeria Raquel Arnaud / Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Galeria Raquel Arnaud
Artistas participantes: José Pedro Croft
Etiquetas:
Publicada el 03 dic de 2018      Vista 3 veces

Descripción de la Exposición

O artista plástico português José Pedro Croft (Porto, 1957), um dos maiores expoentes da arte europeia, expõe na galeria Raquel Arnaud, desenhos, gravuras e duas esculturas inéditas projetadas para a exposição. A exposição ”Um corpo impermanente”, em parceria com a galeria carioca Mul.ti.plo Espaço Arte, é, na verdade, constituída de trabalhos de arte que como corpos se medem com a nossa própria escala e usam a arquitetura como mediação. O espaço da galeria interessa particularmente a Croft, pelas particularidades que traz. Nesse mergulho, os trabalhos bidimensionais (gravuras e desenhos) tentam fixar uma forma, delimitá-la, trabalho inglório, pois ainda não é, ou que já não é - comenta o artista. Afinal são corpos em construção, compostos por planos e linhas. Vetores que se complementam, e se anulam simultaneamente. A partir da mesma estrutura que se repete e altera, num caminho que se pretende estreito, para daí ampliar possibilidades do espectador. Há também duas obras tridimensionais. Uma escultura que é como uma coluna, cruzamento de dois planos transparentes, ergue-se de forma obliqua a partir do chão, quase tocando o teto da galeria. Elementos em vidro, delimitam o espaço “interior” desta cruz, jogos de falsas simetrias, de obstrução com transparências e reflexos. Esse corpo impermanente, frágil e maior, contido provisoriamente pela arquitetura. Uma escultura, esta de canto repete uma cruz, que se agarra à arquitetura como uma prótese. O vazio e os espelhos rebatem e multiplicam a estrutura. Ao mesmo tempo são ativadas e deslocadas porções de espaço. Pela altura em que a obra está instalada, o nosso corpo fica diretamente envolvido. O crítico Luiz Camillo Osório olhando suas obras recentes, vê a presença de um pensamento arquitetônico às avessas, em que a gravidade é enfrentada em nome da leveza e de uma espécie curiosa de fabulação material: no qual os materiais usados parecem contrariar sua vocação original e assumem sempre uma perversão espacial, apostando nos vazios e nos espelhamentos, nos fazendo ver possibilidades do material e do espaço a sua volta, que de inicio pareciam-lhes vedadas, completa o professor.

Actualizado

Fuente: ARTEINFORMADO

Descubre más obras en ARTEINFORMADO

{{ artwork.title | limitTo:16 }}, {{ artwork.year }}
{{ artwork.artistName | limitTo:28 }}
Compártelo en redes
Traducción e interpretación
ArtCity

Descárgate ArtCity, la app que te dice que exposiciones tienes cerca.

Más información

¡Suscríbase y reciba regularmente nuestro Boletín de Noticias del Mercado del Arte!

Suscribirme
volver arriba