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Uma perspetiva sobre a vídeo arte portuguesa, #1 videoporto – anos 80
Evento finalizado
26
oct 2018
12
ene 2019

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Cuándo: 26 oct de 2018 - 12 ene de 2019
Inauguración: 26 oct de 2018
Horario: seg a sex · 09:30-18:30 | sáb · 10:00-18:30
Dónde: gnration / Praça Conde de Agrolongo, 123 / Braga, Portugal
Organizada por: Fundação Bienal de Cerveira
Etiquetas:
Publicada el 17 oct de 2018      Vista 35 veces

Descripción de la Exposición

Em parceria com a Fundação Bienal de Arte de Cerveira e o festival SEMIBREVE, o gnration acolhe, a partir de 26 de outubro, uma exposição que retrata a vídeo arte portuguesa dos anos 80. A mostra poderá ser visitada neste espaço bracarense que promove a criação, performance e exposição no domínio da música contemporânea e da relação entre arte e tecnologia. Foi por volta dos anos 80 que surgiram no Porto os pioneiros deste modelo de arte, entre a então Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) e a Cooperativa Árvore que, embora com visões estéticas diferentes, se concentraram à volta de um grupo autointitulado “VIDEOPORTO – Vídeo como forma de Arte”. “Uma perspetiva sobre a vídeo arte portuguesa, #1 videoporto – anos 80” é o nome desta exposição que reúne artistas deste coletivo criado na altura por Silvestre Pestana e Henrique Silva e ao qual se juntaram Abel Mendes, Adriano Rangel, António Barros, Borges Brinquinho, Ção Pestana, Fernando Ribeiro, Rui Orfão e Mineo Aayamagushi. A mostra, que estará patente até 12 janeiro de 2019, volta a tornar públicos alguns dos trabalhos que foram possíveis recuperar, tendo sido muitos deles gravados em sistemas de bobines V60H e em outros formatos que, não estando na altura uniformizados no mercado, proliferavam entre os diversos produtores de material analógico. Como explica Henrique Silva, comissário da exposição e Presidente do Conselho de Fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, “desde a aparição no mercado dos gravadores vídeo em formato portátil, em meados dos anos 70, os artistas têm-se debruçado sobre esta nova oportunidade de produção de obras, conscientes da versatilidade da tecnologia, que permite uma linguagem para lá da simples artesania do objeto físico, transpondo barreiras identificáveis pelo próprio conceito da imagem como elemento contínuo no tempo e capaz de mobilizar o espectador, transportando-o para outro mundo onde o real se confunde com a emocionalidade”. As obras foram cedidas pelos arquivos do Museu Bienal de Cerveira, da ESBAP e da Cooperativa Árvore, tendo estado a cargo do gnration e do festival SEMIBREVE a sua conversão para o formato digital. Artistas representados: Abel Mendes, Adriano Rangel, Ção Pestana, Henrique Silva, Mineo Aayamaguchi, Silvestre Pestana.

Actualizado

el 17 oct de 2018

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