Comisario, Investigador/Docente, Crítico/Periodista

Agnaldo Farias

1955 en Itajubá, Minas Gerais, Brasil
Cortesía de Fórum Permanente. Foto de Maria Leonor de Calasans / IEA-USP
Residencia:
Reside en São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Actividad vigente:
No hay actividad VIGENTE
Descripción del Profesional del arte
Agnaldo Farias (Itajubá, Brasil, 1955 - reside en São Paulo) es crítico de arte y curador. Ha sido el curador de Artes Plásticas del Instituto Tomie Ohtake de Sao Paulo. Fue curador en jefe del Museo de Arte Moderno de Rio de Janeiro (1998-2000), director de exposiciones temporales del Museo de Arte contemporáneo de la Universidad de Sao Paulo (1990-1993), y en 2009 fue coordinador general de la 29ª edición de la Bienal de Sao Paulo. Tiene un título de maestría en Historia Social, Universidad de Campinas - UNICAMP y un doctorado de la Facultad de Arquitectura y Urbanismo, Universidad de Sao Paulo, en donde ejerce como profesor. Como crítico de arte es autor de numerosos ensayos publicados en Brasil y en otros países. ------------------------------------ Agnaldo Farias é Professor Doutor da FAU-USP — Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Crítico de Arte e Curador. Realizou curadorias, entre outras instituições, ... para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Dragão do Mar, de Fortaleza, Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS , e para a Fundação Bienal de São Paulo. Nesta última participou da 16ª e 17ª edições da Bienal de São Paulo, em 1981 e 1983, na seção de cinema da equipe do curador-geral Walter Zanini (1925-2013). Também na Bienal de São Paulo foi o curador da representação brasileira de sua 25a. edição (1992). Curador Adjunto da 23a. Bienal de São Paulo (1996). Volta a Bienal de São Paulo em sua 29° edição em 2010 à convite de Moacir dos Anjos. Indicam como representante brasileiro da 54ª Bienal de Veneza, em 2011, o artista Artur Barrio (1945). Foi também curador-adjunto da 1a. Bienal de Johannesburgo (1995). Atuou como assessor de artes plásticas da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo durante o secretariado de Ricardo Ohtake. Nesse período, também participou como coordenador e curador na primeira mostra Arte/Cidade (Cidade sem Janelas), em 1994, projeto esse idealizado e conduzido pelo filósofo Nelson Brissac Peixoto. Foi Curador-Chefe do MON-Museu Oscar Niemeyer em Curitiba e atualmente e curador da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra – Anozero’19, em Portugal. Foi também Curador-Chefe no Instituto Tomie Ohtake (2001-2016), Curador-Geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000) e Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Publica regularmente artigos e críticas em alguns dos principais jornais e revistas nacionais e é correspondente da revista de arte espanhola “Artecontexto”. Autor dos livros “As Naturezas do Artifício”, sobre a obra de Amélia Toledo (São Paulo: Editora W11, 2004); “Daniel Senise - The piano factory”. Rio de Janeiro: Andréa Jacobsen, 2003, livro indicado para o Prêmio Jabuti 2004, na categoria “Livro de Arte”; “Arte brasileira hoje”. São Paulo, Publifolha, 2002; “La arquitectura de Ruy Ohtake”. Madrid, Celeste, 1997. Foi editor e organizador do livro “Bienal 50 anos”. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2002. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Braz Cubas (1980), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas (1990) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1997). ----------------------------------------------------------- Participates in the 16th and 17th editions of the Bienal de São Paulo, in 1981 and 1983, in the film section of the team of the general curator Walter Zanini (1925-2013). In 1981, he joined the faculty of the Department of Architecture and Urbanism of the São Carlos School of Engineering (EESC) - currently the Institute of Architecture and Urbanism -, part of the University of São Paulo (USP), where he began teaching courses on the visual arts. In 1986 he writes his first text for an exhibition catalogue and, in 1988, begins to publish articles in the magazines Galeria and Guia das Artes. Participa da 16ª e 17ª edições da Bienal de São Paulo, em 1981 e 1983, na seção de cinema da equipe do curador-geral Walter Zanini (1925-2013). Em 1981, passa a fazer parte do corpo docente do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) – atual Instituto de Arquitetura e Urbanismo –, pertencente à USP, onde começa a lecionar disciplinas sobre artes plásticas. Em 1986, escreve seu primeiro texto para um catálogo de exposição e, em 1988, passa a publicar artigos nas revistas Galeria e Guia das Artes. Between 1990 and 1992, he was curator of a series of temporary exhibitions at the Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC/USP). He is advisor of plastic arts to the Secretary of Culture of the State of São Paulo during the secretariat of Ricardo Ohtake (1942). During this period, he acted as coordinator and curator, with the philosopher Nelson Brissac Peixoto, in the first show Art/City (Cidade sem Janelas), in 1994. That same year, he was responsible for curating the retrospective of the artist Nelson Leirner (1932). He is curator of the Brasil Século XX Biennial, in 1994. In 1996, he was assistant curator of the 23rd Bienal de São Paulo. From 1998 to 2000, he was the general curator of the Rio de Janeiro Museum of Modern Art (MAM/RJ). After a brief period at the Department of Visual Arts of the School of Communications and Arts at USP (ECA/USP), in 2003, Agnaldo Farias moves to the Department of History of Architecture and Aesthetics of the Project at FAU/USP, where he is professor. In 2002, he is responsible for the curatorship of the Brazilian representation of the 25th São Paulo Biennial. Alongside curator Moacir dos Anjos (1963), he is the general curator of the 29th Bienal de São Paulo, in 2010, and maintains the partnership in the Brazilian representation of the 54th Bienal of Venice, in 2011, with an exhibition of Artur Barrio (1945).

 

 
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Entrada actualizada el el 27 ago de 2021

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