Cortesía del IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

Compártelo en redes

Nacimiento: 1923 en Salvador, Bahia, Brasil
Residencia: Reside en Salvador, Bahia, Brasil
Ferias en las que participa con OBRA : SP-Arte 15
Organizaciones con obra: Fundação Marcos Amaro, MoMA - The Museum of Modern Art, Museo Nacional de Bellas Artes de Buenos Aires (MNBA)
Etiquetas:
Publicada el 03 jun de 2014      Vista 216 veces

Descripción del Artista

Escultor reconhecido internacionalmente, Mário Cravo é o maior expoente da Modernidade baiana dos anos 40 e 50. Do mesmo modo que Carybé e Jorge Amado, Cravo colocou em sua obra, neste período, a essência do povo, suas tradições e crenças, seus costumes e mitos. Mário Cravo fez suas primeiras experiências em desenho, gravura e escultura como autodidata no final da década de 30, época em que viajou pelo interior do nordeste, tomando contato com pinturas rupestres e manifestações culturais afro-brasileiras; mais tarde foi trabalhar na oficina de Pedro Ferreira, considerado o último dos santeiros baianos e já em 43 realizou sua primeira exposição, na Bahia. Em 46 casa-se e vai morar no Rio de Janeiro, trabalhando com o escultor Humberto Cozzo. No ano seguinte, Cravo estuda na Universidade de Syracuse, nos EUA, com o escultor iugoslavo Ivan Mestrovic. Passa a morar em Nova York, onde permanece até 1949, fazendo grandes trabalhos em gesso e entrando em contato com o maestro Villa Lobos e Lipchitz, entre outras figuras importantes da época. Ao retornar a Salvador monta um atelier-oficina no largo da Barra, centro do movimento de arte moderna na cidade, local onde se reuniam Carlos Bastos, Carybé, Jenner Augusto, Genaro de Carvalho, Rubem Valentim e muitos outros artistas responsáveis pela renovação artística no Estado. Em 1951, Mário Cravo ganha o prêmio jovem aquisição na I Bienal de São Paulo e passa a ser reconhecido no resto do país; em 55 é novamente premiado na III Bienal e recebe ainda o 1o. Prêmio no Salão de Arte Moderna de São Paulo. Neste mesmo ano, o escultor defende tese e se torna-se catedrático da Escola de Belas Artes da Universidade federal da Bahia e em 1960 é escolhido para representar o Brasil na XXX Bienal de Veneza. Em 64, a convite do Senado de Berlim e da Fundação Ford permanece um ano na Alemanha como escultor residente; viajando depois para os Estados Unidos, realiza exposições em Washington e diversas conferências a respeito do ensino da arte em universidades americanas. Quando retorna novamente ao Brasil assume a direção do MAM e do Museu de Arte Popular da Bahia. Produzindo constantemente, Mário Cravo foi do barro para o gesso e daí para a pedra sabão, aço, sucata, alumínio, resina, plástico, enfim, todo material que pudesse trabalhar. Sem manter uma unidade temática, os temas baianos dão lugar às formas orgânicas e vegetais que beiram a abstração a partir do final dos anos 60. Com esculturas de grande porte, como a Fonte da Rampa do Mercado, ao lado do Elevador Lacerda, seu trabalho marca a sua cidade natal. Mesmo as diversas exposições ao ar livre que realizou, muitas de caráter lúdico, demonstram sua preocupação em integrar a obra ao meio e ao público - e isto move o espírito vanguardista e pesquisador do maior escultor baiano do século XX. Cassandra de Castro Assis Gonçalves (bolsista IC - FAPESP) Profa. Dra. Daisy V. M. Peccinini de Alvarado (orientadora)

Actualizado

el 08 ago de 2019

Exposiciones en las que ha participado como artista

Mario Cravo Jr.
30 may de 2014 - 28 jun de 2014

Mario Cravo Jr.

Paulo Darzé Galeria de Arte / Salvador, Bahia, Brasil

Mário Cravo Jr. Esculturas
25 ene de 2013 - 01 mar de 2014

Mário Cravo Jr. Esculturas

Palacete das Artes - Rodin Bahia / Salvador, Bahia, Brasil


Descubre más obras en ARTEINFORMADO

{{ artwork.title | limitTo:16 }}, {{ artwork.year }}
{{ artwork.artistName | limitTo:28 }}
Compártelo en redes

Noticias relacionadas

volver arriba