Artista

Pedro Varela

1981 en Niterói, Rio de Janeiro, Brasil
Sin título, vista de la instalación en el IVAM. Vinilo adhesivo. 2011
Residencia:
Reside en Brasil
Ferias en las que participa con OBRA :
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Descripción del Artista
As cidades que Pedro Varela desenha remetem muito mais à literatura do que a qualquer referência nas artes visuais. Como se esperassem um texto de Borges para as acompanhar, cuidam de manter grandes espaços em branco no papel. Podem ser miragens vistas à distância por um personagem das Mil e uma Noites, cidades com nomes de mulheres como as de Italo Calvino, ou castelos de um conto que guardamos da infância de nossa experiência literária.  A essas alusões ficcionais misturam-se prédios que conhecemos de lugares reais: já vi esse em Chicago, aquela cúpula está na Sé, ali a torre de Ontário. Misturados a morros, essas cidades têm todas um certo sotaque carioca: onde mais senão no Rio de Janeiro se vê um castelinho ao lado de uma pedra monumental que parece apoiar o arranha-céu? E assim esses desenhos vão escorrendo de canetas esferográficas e, vivos como uma urbe, não respeitam ... a fronteira do papel, invadem a parede e zonas de risco como janelas. O vidro, aliás, é um suporte frequente para experiências de Pedro Varela: olhando de janelas por onde a caneta de Varela passou, podemos ver um castelo flutuar no céu ou plantas exuberantes brotarem do topo de um edifício de concreto. Varela constrói também seus mundos mágicos e fluidos com vinil adesivo colorido sobre papel, vidro, parede, chão ou o que quer que esteja no caminho e queira aderir a urbanização onírica. Outro suporte que reforça o aspecto onírico do traço de Varela é o tecido esticado em bastidores redondos, que remetem a bolhas prontas para desaparecer  levando embora as paisagens fantásticas. Desde 2008, as cidades de Varela aparecem também tridimensionais, construídas em papel branco, suspensas por fios ou finíssimas palafitas. Virtuose do desenho e da capacidade de encantamento, Pedro Varela formou-se em gravura pela escola de Belas Artes da UFRJ em 2005 e já expôs em várias galerias do Rio de Janeiro,  México e Chile. Em 2010 participará da exposição coletiva “Gigante pela Própria Natureza” no IVAN (Valencia, Espanha) e de uma individual no Paço das Artes, em São Paulo, como selecionado da Temporada de Projetos. Paula Braga   The cities Pedro Varela draws are far more connected to literature than to any reference in the visual arts. As if waiting for a text by Borges to accompany them, they reserve large blank spaces on the paper. They could also be mirages seen from afar by a character of A Thousand and One Nights, cities with female names like those by Italo Calvino, or castles from a tale we keep from the infancy of our experience in literature. To these fictional allusions, Varela merges buildings we know from real places: I’ve seen that one in Chicago, that dome belongs to the city’s cathedral, that’s the Ontario Tower! Amidst mountains, Varela’s cities have a Rio de Janeiro accent: where but in Rio can one see a little castle besides a monumental rock that seems to support the sky- scraper? And then the drawings pour out of ballpoint pens and, alive like a real city, do not respect the paper limits, invading walls and danger zones such as windows. The glass, by the way, is a recurrent support for Varela’s experiences: looking through windows where his pen has been, we can see a castle hovering in the sky or exotic plants sprouting from the top of a concrete building. Varela also builds his magical and fluid worlds with adhesive vinyl sheets on paper, glass, wall, floor, or whatever he comes across and is willing to adhere to his whimsical urbanization. Another support that corroborates the dreamy aspect of Pedro Varela’s style is fabric stretched on round wooden frames, which remind one of bubbles ready to disappear taking away the fantastic landscapes. Since 2008, Varela’s cities also appear in three- dimensions, built with white paper and glue, hanging from the ceiling by strings or resting on very thin pillars. A virtuoso in drawing and in the capacity to bewilder, Pedro Varela graduated in printmaking at the School of Fine Arts of UFRJ in 2005 and has already had shows in galleries in Rio de Janeiro, Mexico and Chile. In 2010 he will take part of the group show “Gigante pela Própria Natureza” at IVAM(Valencia, Spain) and will have a solo show at Paço das Artes, in São Paulo Paula Braga  

 

 
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Imágenes del Artista
Sin título, vista de la instalación en el IVAM. Vinilo adhesivo. 2011

Entrada actualizada el el 30 may de 2022

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