A NOVA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Evento finalizado
17
mar 2018
21
abr 2018

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Cuándo: 17 mar de 2018 - 21 abr de 2018
Inauguración: 17 mar de 2018
Dónde: Silvia Cintra Galeria de Arte + Box 4 / Rua das Acácias, 104, Gávea / Rio de Janeiro, Brasil
Organizada por: Silvia Cintra Galeria de Arte + Box 4
Artistas participantes: Nelson Leirner
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Publicada el 09 mar de 2018      Vista 85 veces

Descripción de la Exposición

Entre 1760 e 1840 o mundo correu mais rápido! Um processo acelerado levou à modificação das antigas manufaturas, que agora ganhavam um perfil industrial e cada vez mais mecanizado. O movimento começou na Inglaterra, mas logo alcançou países como França, Bélgica, Holanda, Rússia, Alemanha e Estados Unidos, que aderiram a essa que foi considerada uma “era dos inventos”. Dois setores foram especialmente afetados: o setor produtivo e o de transportes. Descobriu-se a importância do carvão como produtor de energia, no abastecimento de maquinários a vapor e na aceleração do transporte de produtos e pessoas. E os efeitos foram imensos. Em vez da produção artesanal, a nova tecnologia movida a vapor gerou uma produtividade inusitada, cujo dinamismo até então se desconhecia. Tanto que se abriu um período de invenções sucessivas, cujo objetivo era superarem-se umas às outras. A meta era também ganhar tempo – fazer mais tempo. Mas o resultado foi em tudo oposto: quanto mais traquitanas eram inventadas, mais espaços sobravam para o trabalho, para a indústria, e não para o lazer. O tempo se tornava ainda mais escasso à medida que a produção aumentava, e em escala industrial. A essa primeira revolução se sucedeu outra, já na segunda metade do XIX, cujo marco final é o término da Segunda Guerra Mundial. Essa etapa envolveu outra série de inventos, agora nas áreas da indústria química, elétrica, do petróleo e do aço. O mundo inteiro se viu inundado pelo “progresso ocidental”, e dele nunca mais se livrou. Mas a lógica das duas revoluções continuava a seguir seu ritmo ligeiro e que mais parecia uma engrenagem. A filosofia geral implicava prever uma evolução interminável; a miragem de uma sucessão técnica sem fim. Tanto que, no final do XX, uma revolução virtual entrou em nossas vidas, e invadiu a tudo e a todos. Fomos, repentinamente, inundados por produtos, sobretudo eletrônicos, que nem sabíamos que seriam indispensáveis no nosso dia a dia: dos eletrodomésticos aos smartphones. O mundo ficou “conectado” através de mecanismos que não permitiam mais a solidão e o isolamento. Ou melhor, levavam a outro tipo de solidão e de isolamento.

Actualizado

el 09 mar de 2018 por ARTEINFORMADO

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