4 dias em Patagônia
Evento finalizado
27
jul 2019
31
ago 2019

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Cuándo: 27 jul de 2019 - 31 ago de 2019
Inauguración: 27 jul de 2019 / 17h
Horario: De segunda a sexta, das 12h às 19h, sábado, das 10h às 15h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Referência Galeria de Arte / SCLN 202, Bloco B Loja 11, Subsolo - Asa Norte / Brasília, Distrito Federal, Brasil
Organizada por: Referência Galeria de Arte
Artistas participantes: Pedro Gandra
Enlaces oficiales Web 
Teléfonos: 55 61 39633501
Correo electrónico: referenciagaleria@gmail.com
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Publicada el 16 jul de 2019      Vista 18 veces

Descripción de la Exposición

A Referência Galeria de Arte abre no próximo dia 27 de julho, sábado, às 17h, a mostra "Caminho para Lua", de Pedro Gandra, que apresenta sua nova produção em pintura, com curadoria de Marília Panitz, na Sala Principal. A exposição fica em cartaz até o dia 31 de agosto, com visitação de segunda a sexta, das 12h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. A Referência Galeria de Arte fica na 202 Norte, Bloco B, Loja 11 –Subsolo, Brasília-DF. Telefone: (61) 3963-3501. A Entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Pedro Gandra trabalha com pintura, que segundo ele, é seu interesse como artista explorar suas possibilidades. Na mostra, o artista apresenta um recorte dos trabalhos que produziu entre os anos 2018 e 2019. São pinturas, acrílica sobre tela de diferentes formatos. “Nelas, aparecem interesses temáticos que ele investiga há algum tempo – a paisagem como um cenário invocador de solidões, e a tensão narrativa entre esta paisagem-cenário e os personagens que nela habitam. “Caminho para lua” concentra uma parte significativa do imaginário que venho buscando construir, ou pelo menos, regista um momento desta busca”, informa. A curadora Marília Panitz, que acompanhou mais de perto o trabalho do artista durante o período em que ele produziu os trabalhos para esta mostra, ressalta as presenças da literatura e do cinema em sua obra. Embora muito jovem, 24 anos, Pedro Gandra tem um considerável percurso como pintor. A curadora ressalta que ele deixa, no entanto, transparecer essa marca da juventude e de seu exercício constante de devorar avidamente livros de ficção, dos clássicos aos contemporâneos. Guignard, Esopo, La Fontaine, Georges Méliès e H. J. Wells, Win Wenders, Chichico Alkmin, Leonilson, Vania Mignone, Marcelo Solá surgem em um diálogo que aborda todas as linguagens e formas narrativas. “O espaço do artista é aquele que sujeita as representações do humano (quase-fantasma) à sua imensidão. Sempre em descanso da ação que todavia se apresenta como índice, elas se perdem nos campos manchados de cor (raramente suficientemente sólidos e uniformes para dar a elas alguma estabilidade). Há sempre a sensação de uma imagem ainda em formação, mas já habitada”, afirma Marília Panitz. Sobre Pedro Gandra Pedro Gandra nasceu no Rio de Janeiro, vive e trabalha em Brasília. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua investigação se desenvolve a partir de algumas referências, sejam fotografias esquematizadas pelo artista, escritos e anotações acumulados, e a literatura, em especial, a fábula. Em seu trabalho, propõe articular essas referências dentro do campo da pintura. E, a partir disso, estabelecer um imaginário e um vocabulário próprios. Desde 2011, participa de diversas exposições coletivas em galerias e instituições, tais como: O espaço entre, Galeria Largo das Artes/RJ; SEUmuSEU, Museu Nacional de Brasília; Somos todos Clarice, Galeria do Lago, Museu da República/RJ; 44º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Santo André/SP; Novas referências, Referência Galeria de Arte/BSB; Fronteiras da pintura – Fronteiras da ilusão, Museu Nacional dos Correios/BSB; Invenção da paisagem, Martha Pagy Escritório de Arte/RJ; Dialetos 2, no Centro Cultural São Paulo, que apresentou um recorte da jovem produção do Centro-Oeste; Daqui a Pouco, na Baró Galeria/SP e o Arte Londrina 7. Foi o 3º Premiado no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea, em Brasília. Também, foi premiado no Garimpo da Revista Dasartes de 2017. Em 2019, foi indicado ao Prêmio PIPA. Sobre Marília Panitz Marília Panitz é mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9.

Actualizado

el 17 jul de 2019

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