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Desconstruções e Articulações
Evento finalizado
22
nov 2018
17
feb 2019

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Cuándo: 22 nov de 2018 - 17 feb de 2019
Inauguración: 22 nov de 2018 / 19:00
Dónde: Museo de Arte de Río Grande do Sul Aldo Malagoli - MARGS / Praça da Alfândega, s/n / Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Organizada por: Museo de Arte de Río Grande do Sul Aldo Malagoli - MARGS
Artistas participantes: Marcos Amaro
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Publicada el 21 nov de 2018      Vista 36 veces

Descripción de la Exposición

Desconstruções e Articulações chega ao Rio Grande do Sul após percorrer os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul apresentando as esculturas imponentes do artista Marcos Amaro Usando como matéria-prima resíduos aeronáuticos, o processo criativo do artista Marcos Amaro inicia-se na desmontagem dos aviões que não voam mais. Em suas mãos, transformam-se em grandes esculturas com ar catastrófico que remetem à ação provocada pelo tempo. A poética de Amaro está em ressignificar aquilo que perdeu sua função inicial. É este o tom da exposição itinerante Desconstruções e Articulações, com curadoria de Fábio Magalhães, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS), que inaugura para o público, gratuitamente, na quinta-feira, 22 de novembro, às 19h. A mostra já passou pelos Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS) e Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (MARCO) antes de chegar à capital gaúcha. Por trás da estética caótica das obras instalacionais de grandes dimensões está o desejo do artista em dar sobrevida aos materiais utilizados. Sua intervenção não desfaz o caráter bruto e precário das matérias que acumula e transforma em obra de arte, pelo contrário, são características de sua trajetória. Os fragmentos apresentados propõem uma viagem pelo tempo. Aviões que não voam mais, colchões desviados de sua utilidade, restos de tecidos e roupas que instigam o público a pensar quem eram seus personagens. “Sinais de vida que ainda palpitam nos objetos descartados aparentemente sem nenhum valor. O artista, ao incorporá-los à sua obra, afere a eles um novo pulsar de vida e agrega expressiva e renovada força poética”, pontua o curador Fábio Magalhães.

Actualizado

el 21 nov de 2018