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ESCULTURA
Evento finalizado
03
mar 2017
15
abr 2017

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Cuándo: 03 mar de 2017 - 15 abr de 2017
Inauguración: 03 mar de 2017 / 18h
Horario: De martes a sábado de las 15h a las 19h.30
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Módulo - Centro Difusor de Arte / Calçada Dos Mestres 34 A/b / Lisboa, Portugal
Organizada por: Módulo - Centro Difusor de Arte
Artistas participantes: Pollyanna Freire
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Teléfonos: 351.213885570
Correo electrónico: modulo@netcabo.pt
Etiquetas:
Publicada el 27 feb de 2017      Vista 211 veces

Descripción de la Exposición

Pollyanna Freire tem aqui a sua primeira individual com uma série de obras esculturais, agrupadas sob o título de “Escultura”. Pollyanna Freire (1982, S.Paulo, Brasil) fixou-se no nosso país depois de uma formação em Artes Plásticas na Universidade Estadual de S.Paulo (2003), seguida de uma Pós-Graduação em Linguagens Visuais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Em Lisboa, realizou o Curso Avançado em Artes Plásticas no Ar.Co (2011). Na sua biografia destacam-se as exposições dos Bolseiros e Finalistas do Ar.Co. que a deu a conhecer, seguida pela presença na exposição Me, Myself and I – IV Exposição de Desenho da Fundação Centenera Jaraba, em 2012,em Madrid, onde recebeu uma menção honrosa. Em 2014 ingressou no “Stable” do Módulo, tendo participado nas seleção da galeria para as Feiras Est Art Fair, Estoril e Summa International Contemporary Art Fair 2014, JustMad6 2015, estas duas últimas em Madrid. Ainda neste último ano foi seleccionada para o Prémio Novos Artistas da Fundação EDP 2015, que teve lugar no ano passado em Lisboa. João Silvério, que assina o texto a seguir transcrito, escolheu esta artista para a exposição de grupo que comissariou no Módulo, O Pouco ou nada a diferença é pouca (2014). “Escultura” O trabalho de Pollyanna Freire tem demonstrado uma preocupação com a escultura enquanto campo de experimentação nas diversas possibilidades dos modos de fazer em que a manualidade da execução tem uma particular importância. Não se trata aqui de observar os seus limites formais, seja na reflexão sobre o seu campo expandido ou na relação com determinados autores e práticas da escultura do séc. XX. Porém, trata-se de um vocabulário próprio que expressa relações geométricas entre a escala e a proporção com uma raiz matemática e geométrica muito vincada. O título da exposição, “Escultura”, não poderia ser mais claro sobre a sua prática artística, e desta forma sobre o seu processo de trabalho, onde a repetição, e por vezes a replicação, de um módulo se reflecte em diferentes soluções que se desdobram numa investigação sistemática sobre um corpo no espaço e a relação deste com outros. As obras de Pollyanna Freire são expostas em conjuntos, como se se tratassem de séries, e de facto são elementos em que encontramos correspondências, mas que são desenvolvidos autonomamente, podendo ainda estabelecer diversas aproximações que nos levam a reconfigurar o espaço da exposição continuamente. As cores com que pinta as esculturas constituem uma paleta que vem seguindo nos seus últimos trabalhos e que, fazendo parte do seu vocabulário, contribui para essa possível associação entre as obras expostas. Contudo, estas esculturas são de dimensão reduzida, quase à escala da mão, e são expostas no chão da galeria. A sua escala, muito próxima entre todas elas, traduz aparentemente uma condição transitória, como se fossem modelos ou maquetas de estudo pertencentes ao universo mais restrito do atelier, destinados à execução de obras com uma escala diversa e bastante ampliada. A questão essencial nesta exposição é que estas obras são peças finalizadas, que vão exigir ao espectador um movimento do corpo para as observar, em contraponto com uma visão panorâmica em que a sala de exposição é em si mesma um acto escultórico que transforma o espaço. Mas estas peças não estão isentas de referências subtis, aplicadas de forma austera e transmutadas pela cor, que é aplicada a uma determinada forma e não a outra, trabalhando desse modo a luz como se de uma pintura se tratasse. Em algumas obras podemos reconhecer e associar elementos arquitectónicos, noutras uma passagem pelo universo visual do nosso imaginário da escultura do século passado, um vislumbre Pop que atravessa os anos sessenta e um pensamento construtivista, para regressar um pouco atrás. Os indícios são muitos, como a grelha minimalista, a forma cúbica ou paralelepipédica, o acabamento manual que se detém perante o virtuosismo formal e uma sensação orgânica, mais presente nas torções e menos evidente, mas também presente, nos encaixes de elementos que se replicam e constroem as formas onde o jogo entre o preenchimento e o vazio traduz a capacidade de trabalhar os volumes como se estes estivessem prontos a ser de novo trabalhados e manipulados como uma acção lúdica que se desenvolve na lógica interna do seu trabalho e que nos envolve enquanto acto escultórico no contexto da exposição. E o trânsito do corpo por entre as obras que constroem um mapeamento no espaço integra-nos na sala da escultura como se estivéssemos sobre um imenso plano imaginário, mas concreto na permanente transição entre a escala e a proporção. João Silvério Janeiro 2017” Resultado das presenças de Pollyanna Freire nas escolhas que o Módulo fez para as suas participações nas 3 feiras de arte acima assinaladas, foram várias as obras da artista que ingressaram em colecções públicas e privadas, quer no país e como no estrangeiro.

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el 25 mar de 2017

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