Geniaco
Evento finalizado
02
oct 2017
04
nov 2017

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Cuándo: 02 oct de 2017 - 04 nov de 2017
Inauguración: 30 sep de 2017 / 15:00
Horario: Segunda a sexta-feira, das 10 às 19h; sábados, das 11 às 14h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Galeria Base / Av. 9 de Julho, 5593 - 1o. Andar - 14A. Jardim Paulista / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Galeria Base
Artistas participantes: Emanoel Alves de Araújo, Gilvan José de Meira Lins Samico - Gilvan Samico, Mario Cravo Neto
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Publicada el 29 sep de 2017      Vista 56 veces

Descripción de la Exposición

A Galeria Base, de Fernando Ferreira de Araújo e Daniel Maranhão, exibe "Geníaco", composta por 17 obras – esculturas, xilogravuras e fotografias - de Emanoel Araújo, Gilvan Samico e Mário Cravo Neto, sob curadoria de Paulo Azeco. A coletiva busca valorizar a cultura nacional - no sentido mais impactante e restrito que este conceito possa ter -, destacando a simbologia, o etéreo e as religiosidades portuguesa e africana, elementos em comum na produção destes artistas e presentes no imaginário do povo brasileiro. “Ser Poeta é ser um geníaco, um filho assinalado das Musas.” A citação de Ariano Suassuna, em "O Romance d`A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta" (marco inicial do Movimento Armorial no Brasil), não somente permeia o título da nova mostra da Galeria Base, como também é essencial para compreendê-la e as conexões que são estabelecidas entre os três artistas participantes. "Suassuna idealizou tal movimento como forma de valorização da cultura nordestina, agregando artes visuais, música e literatura a um tronco comum, no qual se encontravam as influências indígenas e aquelas das diásporas africanas e portuguesas na região. Uma forma peculiar de representar o país, seu povo e cultura, através da junção do erudito ao regional", comenta Paulo Azeco. Gilvan Samico apresenta sua obra fundamentada na Xilogravura, importante técnica da produção nordestina, tendo o Cordel como inspiração primordial. Ao longo de sua carreira, Emanoel Araújo pesquisou a geometrização ancestral dos africanos e a tomou como elemento principal de sua produção, com presença forte da Xilogravura - reflexo também da influência regionalista. Já a Fotografia de Mário Cravo Neto atinge seu ápice nas imagens em branco e preto, as quais retratam a sua Bahia e formulam questionamentos acerca dos pontos mais sensíveis na formação antropológica da região. "Suassuna costumava falar em entrevistas sobre a internacionalização da nossa cultura. Valorizar esse tipo de produção artística, brasileira e autoral, é sem dúvida urgente e necessário." Paulo Azeco

Actualizado

el 29 sep de 2017

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