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Muntadas / Silveira: Diálogos. Mundo, Arte, Vida
Evento finalizado
19
mar 2020
25
abr 2020

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Cuándo: 19 mar de 2020 - 25 abr de 2020
Inauguración: 19 mar de 2020
Horario: de lunes a viernes de 13 a 17 h.
Dónde: Bolsa de Arte / Rua Visconde do Rio Branco, 365 - Bairro Floresta / Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Comisariada por: Pablo Santa Olalla Moya
Organizada por: Bolsa de Arte, Fundação Vera Chaves Barcellos (FVCB)
Artistas participantes: Antoni Muntadas, Regina Silveira
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Publicada el 09 mar de 2020      Vista 99 veces

Descripción de la Exposición

As trajetórias de Regina Silveira e de Antoni Muntadas, embora diversas, têm pontos comuns significativos, como o movimento constante, a experimentação e o olhar sempre à frente. Há muitos anos que conversam, mas esta é a primeira exposição conjunta dos dois artistas. Nela abre-se um diálogo entre seus trabalhos, articulado em torno de três conceitos gerais. Os espaços públicos e privados, a sociedade, a política e a comunicação organizam o mundo, e, portanto, faz-se necessário analisá-los. Na arte, o desvio dos referentes abre espaço para um discurso questionador, dando preferência às metodologias projetuais em vez de aos modos de fazer tradicionais. Para dar lugar à vida, o devaneio e a abstração da história têm de ser distraídos, fazendo da mordacidade um posicionamento estável frente ao futuro. Na proposta de conversa artística entre Muntadas e Silveira desta exposição, seja em sintonia ou por meios diferentes, esses conceitos abrem-se a novos estratos de significação, que não só partem de um olhar crítico e irônico, mas também o exigem àquele que os queira iluminar. SOBRE OS ARTISTAS Antoni Muntadas (Barcelona, 1942) Antoni Muntadas nasceu em Barcelona e reside em Nova Iorque desde 1971. Estudou na Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona e no Pratt Graphic Center de Nova Iorque. Sua vasta obra abrange diversos temas sociais, políticos e da comunicação, sempre relacionando com o espaço público e com o privado. Utiliza diversos meios na criação de sua obra, tais como: fotografia, vídeo, publicações, internet, instalações e intervenções em espaços urbanos. Muntadas organizou e dirigiu diversos seminários em instituições acadêmicas da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina, onde destacamos a Escola Nacional de Belas Artes de Paris, a Universidade da Califórnia, o Instituto de Arte de São Francisco, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Buenos Aires. Cabe ressaltar a sua participação na 6ª e na 10ª Documenta de Kassel (1977 e 1997), na Whitney Biennial of American Art (1991) e na 51ª Bienal de Veneza (2005), assim como nas bienais de São Paulo, de Lyón, de Taipei e de Havana. Entre as exposições individuais, podemos destacar On Translation que foi apresentada em diversos países do mundo como Espanha, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Argentina. Em 2010, apresentou, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, a exposição Informação-Espaço-Controle, que, posteriormente, foi apresentada nos Estados Unidos e na Itália. Em 2011, apresentou a exposição Eleven, na Galeria Kent Fine Art, em Nova Iorque, e Entre/Between, no Centro de Arte Reina Sofia, na Espanha. A instalação Atenção: Percepção requer envolvimento (2002) – que fez parte da exposição On Translation e que, desde 2015, a partir da exposição Destino dos Objetos, está exposta permanentemente na entrada da Sala dos Pomares – é de autoria de Antoni Muntadas. Desenvolveu o projeto Muntadas media architecture projects [online] (2019). O artista participou das seguintes exposições na Fundação Vera Chaves Barcellos: Não existem dois elefantes iguais (2007); Um Ponto de Ironia (2011) e Destinos dos Objetos I O artista como colecionador e as coleções da FVCB (2015); Apropriações, variações e neopalimpsestos (2018) e Eu estou aqui agora (2019). Regina Silveira (Porto Alegre, 1939) Regina Silveira é natural de Porto Alegre e atualmente vive e trabalha em São Paulo. A artista possui carreira consolidada no Brasil e teve como referência importante a obra de Marcel Duchamp (1887-1968), trabalhando com total liberdade os seus códigos de representação. No fim da década de 1960. Regina Silveira passa a realizar serigrafias e esculturas com forte tradição geométrica-construtivista. Dentre as participações em exposições, podemos destacar as 17ª e 24ª Bienais de São Paulo, as 3ª e 8ª Bienais do Mercosul, além de presenças na 11ª Bienal de Cuenca e na 6ª Bienal de Tapei. Foi contemplada com bolsas da John Simon Guggenheim, Fulbright Foudation e Fundação Civitella Raineri. Figura em diversos acervos de instituições de arte: Blancton Museum of Art (EUA), MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Vera Chaves Barcellos, entre outras. Regina Silveira estudou no Canadá através de uma residência de bolsa pelo Banff Centre (1993); Fundação Civitella Ranieri, Nova Iorque, e Umbertide, Itália (1995). Ela também foi artista convidada na Universidade do Texas, Austin (1998). Entre os prêmios nacionais mais recentes estão: Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia (2000); Prêmio APCA, concedido à exposição SP Claraluz (2003); Prêmio Prime Bravo nas Artes, Mundus Admirabilis (2007); Prêmio Fundação Bunge nas Artes (2009); Prêmio Grandes Críticos, concedido à intervenção “Tramazul MASP” (2010/2011), pela APCA-SP em 2011; bem como o Prêmio Clarival do Prado Valladares, por sua trajetória, pela ABCA, Brasil (2013). No início de sua carreira, Regina Silveira trabalha com formas geométricas. Já na década de 1970, a artista passa a utilizar livremente outras mídias e plataformas para a sua criação artística, fazendo trabalhos com vídeo, com fotografia, com colagem, com fotocópias e com cartões postais. A seguir, volta a sua atenção e energia para a temática da ocupação do espaço, subvertendo a perspectiva, a representação e a atenção do espectador. A partir dos anos 1990, a artista gaúcha é reconhecida internacionalmente, recebendo diversos prêmios e bolsas para residências artísticas. Utiliza-se, cada vez mais, dos meios tecnológicos disponíveis na contemporaneidade, chegando a afirmar que o seu trabalho é uma “forma de computação feita à mão”. Participou das seguintes exposições na FVCB: Silêncios e Sussurros (2010); Um Ponto de Ironia (2011); Um salto no espaço (2014); Humanas Interlocuções (2016) e Apropriações, variações, e neopalimpsestos (2018). SOBRE O CURADOR Pablo Santa Olalla (Barcelona, 1984). Pesquisador, curador, arquivista e gestor cultural. Graduado em artes, e mestre em estudos avançados em História da Arte. Na Universidade de Barcelona tem sido o professor responsável pela disciplina Lenguajes artísticos. Atualmente desenvolve a sua pesquisa de doutorado sobre as redes relacionais das artes conceituais entre a América do Sul e a Espanha. Como curador, tem coordenado o On Mediation, seminário de formação sobre teorias e práticas curatoriais na Universidade de Barcelona, no qual organizou as equipes curatoriais das exposições Tedium Vitae (Galeria ADN Platform, 2015), Enésima intempestiva (Galeria dels Àngels, 2016) e ESC-OUT: desvíos de las prácticas artísticas en la esfera pública (Centre d’Art Contemporani de Barcelona – Fabra i Coats, 2019). Colabora há cinco anos com a Associació Arxiu Muntadas. Centre d’Estudis i Recerca (ARXIU/AM), onde trabalha como arquivista. Participa também da Fábrica de criação La Escocesa, sendo o responsável pelo programa de residências internacionais da instituição.

Actualizado

el 13 oct de 2020

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