Ana Bigotte Vieira — Cortesía de la Fundação Serralves
Evento finalizado
26
feb 2021
18:00

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Dónde: Formación Online
Cuándo : El 26 feb de 2021
Horario: 18:00
Dirigido a: Artistas, Profesionales, Organizaciones
Organizada por: Museu de Arte Contemporânea de Serralves
Enlaces oficiales Web 
Publicada el 22 feb de 2021      Vista 42 veces

Descripción de la Formación

Na sexta feira, dia 26 de fevereiro, às 18H00, uma conversa com Ana Bigotte Vieira, investigadora, João dos Santos Martins e Carlos Oliveira, artistas e curadores da exposição Para uma Timeline a Haver - genealogias para a dança como prática artística em Portugal, e Cristina Grande, programadora de Artes Performativas do Museu de Serralves. Na conversa teremos a oportunidade de conhecer a autoria da proposta de exposição que investiga o desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal, nos séculos XX e XXI, programada pelo Museu de Serralves e integrante da 6ª edição do Festival DDD-Dias da Dança. Será ainda partilhado pelos curadores o exercício coletivo de investigação que deu origem à exposição: a sinalização e recolha de marcos de que foram delineando a história da dança em Portugal, inserindo-os numa perspetiva alargada tanto das transformações pelas quais a sociedade portuguesa passou como do discurso sobre o coreográfico (e o que é ou pode ser a dança como prática artística). Ana Bigotte Vieira (IHC - NOVA FCSH) faz parte da equipa de programação do Teatro do Bairro Alto e é investigadora no Instituto de História Contemporânea e no Centro de Estudos de Teatro. É co-fundadora e curadora da plataforma baldio. Estudos de Performance, e dramaturgista em teatro e em dança. Carlos Manuel Oliveira é coreógrafo, performer, investigador. Dedica-se à crítica da relação entre a coreografia e a dança, bem como aos modos de existência do conhecimento que lhes estão associados, através de projetos vários de investigação, curadoria e criação artísticas, individualmente e em coletivo. João dos Santos Martins é um artista que trabalha a partir e através da dança. A sua prática distribui-se, geralmente, em múltiplas colaborações, experimentando entre formatos vários como a coreografia, a curadoria e a investigação.

Actualizado

el 22 feb de 2021
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