Manuela Marques — Cortesía del festival Walk&Talk
Evento finalizado
28
jun 2018
15
sep 2018

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Cuándo: 28 jun de 2018 - 15 sep de 2018
Inauguración: 28 jun de 2018 / 21:00
Horario: 2ª feira a sábado, das 14 às 19h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Fonseca Macedo / Rua Guilherme Poças Falcão, 21 / Ponta Delgada, Azores, Portugal
Comisariada por: Sérgio Mah
Organizada por: Fonseca Macedo
Artistas participantes: Manuela Marques
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Etiquetas:
Publicada el 06 jun de 2018      Vista 45 veces

Descripción de la Exposición

Nesta exposição, intitulada Records, Manuela Marques apresenta trabalhos fotográficos realizados no último ano na ilha de São Miguel. São imagens que indagam modos de olhar e experienciar a natureza única e peculiar de um território fortemente animado por uma conflagração de tempos e movimentos – geológicos e meteorológicos, emocionais e estéticos. A matéria e as formas, as energias, os fluxos e as forças que se manifestam sob e sobre esta terra, marcam os modos de imersão da artista numa realidade geográfica, que tem tanto de físico e material, como de poético e cósmico. Comecemos pelo que vem do céu, pela gravidade. Phénomènes é um díptico de duas imagens de um céu nocturno com nuvens. Ao apresentá-las na vertical (ou seja, rodando 90°) as fotografias perdem a sua condição de paisagem para configurarem um fluxo, uma corrente de ar, vapor e luz. São planos que combinam o claro e o escuro, a ascensão e a queda, que justapõem figuração e abstracção, com efeito, um tipo de ambiguidade recorrente no imaginário plástico de Manuela Marques. De seguida, podemos observar as três fotografias de bombas vulcânicas, fragmentos de lava que foram solidificando e adquirindo formas (frequentemente aerodinâmicas) durante o voo. Além da sua consistência singular, determinada pela fluidez do magma que a constitui, estas bombassugerem esculturas aleatórias, compostas por velocidade, ar e matéria lávica. Por sua vez, as imagens da série Recordsdão a ver um olhar aproximado sobre detalhes de documentos em papel, do observatório Afonso Chaves de Ponta Delgada, que registaram as erupções vulcânicas e os movimentos sísmicos na Ponta dos Capelinhos em 1957 e 1958. Ao jogar com a nitidez e a desfocagem, com a tonalidade (melancólica) dos papéis, as marcações e os desenhos, a artista constitui territórios plenos de movimentos, sensibilidades e humores. Com estes trabalhos Manuela Marques prossegue e aprofunda linhas de trabalho coerentes com uma prática visual que privilegia as possibilidades de articulação entre as competências descritivas e as potencialidades poéticas e especulativas das imagens. É pois fundamental vermos o que as imagens nos mostram; porém, tão ou mais importante, é perceber como as imagens nos olham e nos interpelam, tal como nos relembra a imagem Lunar. Sérgio Mah

Actualizado

el 10 jul de 2018 por Fonseca Macedo

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