Cosmo/Política #1. A sexta parte do mundo
09
dic 2017
13
may 2018

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Cuándo: 09 dic de 2017 - 13 may de 2018
Inauguración: 09 dic de 2017 / 16:00
Dónde: Museu do Neo-Realismo / Rua Alves Redol, 45 / Vila Franca de Xira, Lisboa, Portugal
Comisariada por: Paula Loura Batista, Sandra Vieira Jürgens
Organizada por: Museu do Neo-Realismo
Artistas participantes: André Guedes, Marcelo Félix, Maria Trabulo
Publicada el 04 dic de 2017      Vista 16 veces

Descripción de la Exposición

No próximo dia 9 de dezembro, pelas 16h00, inaugura no Museu do Neo-Realismo o novo ciclo expositivo de arte contemporânea, COSMO/POLÍTICA, que decorre de 2017 a 2020. Cada projeto, dedicado a um tema central do movimento neorrealista, convoca os artistas a estabelecer um diálogo com a coleção do Museu. No âmbito do centenário da Revolução Russa (1917-2017), a primeira exposição do ciclo, A Sexta Parte do Mundo, explora situações e processos revolucionários partindo do título do filme de 1926, Chestaia tchast mira [A Sexta Parte do Mundo] de Dziga Vertov, no qual o realizador analisa os desenvolvimentos e perspetivas do evento que marcou a modernidade e mudou o curso da história social, política e cultural do século XX. A exposição reúne projetos de quatro artistas – André Guedes, Marcelo Felix, Maria Trabulo e Nikolai Nekh – que interpelam, a partir do presente, o conceito e ideia de revolução sob diferentes perspetivas e âmbitos, históricos, ideológicos, económicos, ecológicos e culturais. As questões abordadas nas obras congregam a revolução, mas, também, as revoluções, em sentido lato, numa cultura global de circulação de ideias, esperanças, imagens e utopias. Para além da exposição, o ciclo contempla uma programação complementar de atividades em torno dos conteúdos do projeto, a qual inclui conferências, conversas, visitas comentadas, leituras e workshops (que anexamos). No dia da inauguração, haverá um momento performativo associado à obra “Novo Dia” de André Guedes. O título do ciclo – COSMO/POLÍTICA – tem origem na coleção de livros da Biblioteca Cosmos, dirigida em 1941 por Bento de Jesus Caraça, que constituiu um projeto cultural emancipatório e determinante na divulgação generalizada de conhecimentos, em múltiplas áreas do saber, no Portugal da primeira metade do século XX. O nome surge ainda associado ao conceito de cosmopolítica enquanto proposta para alargar o campo de alcance da política a outras considerações, a diferentes visões, culturas e modos de habitar o mundo. A dimensão enigmática do termo apela ao entendimento de um mundo comum, não o já existente, mas aquele que está por construir. Sem as premissas do universalismo moderno e da racionalidade cientifica, a atenção orienta-se para mundos conhecidos ou desconhecidos, alternativos e divergentes. O projeto tem curadoria de Sandra Vieira Jürgens, professora, investigadora do Instituto de História da Arte (FSCH/NOVA) e curadora de arte contemporânea e Paula Loura Batista, historiadora de arte e técnica responsável pela área das artes plásticas do Museu do Neo-Realismo.

Actualizado

el 05 dic de 2017 por ARTEINFORMADO

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