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Minas
24
mar 2019
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Publicada el 16 abr de 2019      Vista 2 veces

Descripción de la Exposición

Em 5 de novembro de 2015, o Brasil assistiu ao maior desastre ambiental de sua história. O rompimento da barragem do município de Mariana, em Minas Gerais, chegou a liberar 62 milhões de metros cúbicos de lama tóxica. Às vésperas de completar 2 meses do rompimento de uma segunda barragem no estado, dessa vez no município de Brumadinho, a Fundaj lança a exposição Minas, que propõe um olhar sobre as atividades de mineração, benéfica para alguns, e prejudicial para muitos. Segundo o curador Moacir dos Anjos, a exposição é uma tentativa de, a partir do rompimento das barragens mineiras, chamar atenção para a prática da mineração como um modelo que exaure o mundo de suas condições vida. “A exposição não fala exatamente dos desastres mas, a partir deles, comenta as implicações humanas e socioambientais da prática no Brasil e em outras partes do mundo, como BolÍvia e África do Sul.” Explica. A mostra reúne uma variedade de elementos, incluindo gravuras, fotografias, objetos, documentos, animações, vídeo documentais, fotos ampliadas na forma de lambe-lambe. “A ideia não é trazer imagem das pessoas vitimadas, disso a mídia já está cheia.” afirma Moacir sobre a comoção que o Brasil vive pela recente tragédia de Brumadinho. De acordo com ele, as reflexões trazidas pela arte se somam as discussões feitas em outros âmbitos, inclusive dentro da Fundaj, na área da pesquisa. “Isso mstra como a instituição está empenhada em contribuir para as implicações e impactos desse desastre.” Como curador, Moacir espera que o público entre em sintonia e reflita sobre as condições precárias de trabalho da atividade, como os casos de mulheres trabalhadoras nas minas, o risco anunciado desse desastres durante décadas e a destruição do meio ambiente. “A partir suas das reflexões vindas de outros repertórios, espero que possam formular um olhar crítico sobre essa atividade tão importante para o Brasil.” A exposição conta com obras de artistas que já possuem experiência em lidar e refletir sobre sobre essa questão, como Claudia Andujar, Harun Farocki, João Castilho, Johan Moritzl, Rugendas, José Rufino, Júlia Pontés, Mabe Bethônico, Pedro David e William Kentridge.

Actualizado

el 16 abr de 2019

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