foto?Yasushi Kato. Cortesía de Japan House.
Evento finalizado
27
mar 2018
13
may 2018

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Cuándo: 27 mar de 2018 - 13 may de 2018
Inauguración: 27 mar de 2018
Dónde: Japan House São Paulo / Av. Paulista, 52 / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Japan House São Paulo
Artistas participantes: Shunji Yamanaka
Enlaces oficiales Web 
Publicada el 12 abr de 2018      Vista 24 veces

Descripción de la Exposición

A partir de 27 de março, a JAPAN HOUSE São Paulo revela as avançadas tecnologias dos protótipos japoneses na exposição Prototyping in Tokyo – Shunji Yamanaka. A exibição, que ocorrerá até o dia 13 de maio no 2º andar da instituição, evidencia a importância dos protótipos como cerne de criações tecnológicas, trazendo peças que se revelam também por sua beleza única. Criações que costumam ser acessíveis apenas às comunidades fechadas serão expostas de modo a compartilhar com o grande público os sonhos e as criações dos pesquisadores, aliando tecnologia ao apurado senso de estética japonês. A aliança entre a habilidade dos artesãos japoneses e a ciência das tecnologias dos protótipos é o grande destaque desta exposição que reúne criações do engenheiro e designer Shunji Yamanaka. Professor do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, Yamanaka atua como um verdadeiro embaixador da inovação no Japão, destacando-se pela criação de inúmeras e versáteis inovações tecnológicas, de relógios a automóveis, e como a cabeça pensante por trás de grandes projetos, como uma nave para levar pessoas a alguns pequenos planetas, em desenvolvimento com a JAXA - Agência de Exploração Aeroespacial do Japão. Além da exposição, parte deste conhecimento será transmitido pelo próprio Shunji Yamanaka, em palestra aberta e gratuita na JAPAN HOUSE São Paulo, no dia 27 de março. O designer realiza ainda uma palestra no Instituto Mauá, dentro da iniciativa do centro nipônico de expandir seus conteúdos para além de sua sede na Avenida Paulista. A exposição Prototyping in Tokyo – Shunji Yamanaka é quase toda interativa. Além de poder tocar alguns dos protótipos, os visitantes completarão a experiência descobrindo itens feitos em impressoras 3D, diferentes processos de produção, além de numerosos esboços de ideias. A exibição é dividida em três momentos, considerando protótipos de estrutura e movimento; textura e sensação tátil e de extensão corporal. No total, serão exibidos sete projetos que reforçam e aliam o senso estético e a simplicidade japoneses à inspiração na natureza e à alta tecnologia. Esses objetos criados com ferramentas desenvolvidas no Laboratório Yamanaka permitem maior realismo e, em alguns casos, evocam a bio semelhança, fazendo com que à primeira vista o expectador acredite estar à frente de seres vivos e não de peças que utilizam inovações tecnológicas. A mostra é um estimulo à reflexão sobre o futuro que está sendo criado e disseminado diretamente de Tóquio. O público irá se deparar com protótipos que impressionam pela riqueza de detalhes, tanto na forma como na capacidade de movimentos, caso do robô Ready to Crawl (Pronto para Rastejar), feito por fabricação aditiva, onde todas as peças são produzidas ao mesmo tempo para que ele ‘nasça’ inteiramente montado, como um ser vivo – exceto pelo motor que o move - o que permite sensação táctil e de textura. Tudo em suas engrenagens internas e embalagem exterior foi criado de maneira conjunta. E assim surgiu uma variedade de robôs, cada um com diferente modo de locomoção, o que permitiu explorar várias formas de movimento. A exposição também exibe o Rabbit Project (Projeto Coelho), que desenvolve e aperfeiçoa próteses desenhadas especificamente para corrida competitiva, buscando harmonia entre o humano e materiais artificiais. As peças expostas foram desenvolvidas para a atleta paralímpica Takakuwa Saki, que vem representando o Japão durante as Paraolimpíadas de Londres de 2012 e Brasil 2016. Outro destaque é o robô Apostroph, criado para estudar o comportamento dos organismos vivos e explorar um dos mais fundamentais: o ato de ficar em pé. Com um corpo segmentado, feito de múltiplas molduras suavemente curvadas, cada junta que conecta os segmentos contém um motor programado para resistir à força externa, por isso, esses motores giram na direção oposta à força da gravidade. Através deste mecanismo, o Apostroph realiza movimentos orgânicos similares aos que os humanos utilizam para aprender a ficar em pé, uma clara expressão da busca universal de um organismo vivo para encontrar equilíbrio.

Actualizado

el 12 abr de 2018 por ARTEINFORMADO

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