Cortesía de Auroras
Evento finalizado
24
mar 2018
12
may 2018

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Cuándo: 24 mar de 2018 - 12 may de 2018
Inauguración: 24 mar de 2018
Dónde: auroras / Avenida São Valério, 426 / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Comisariada por: Paulo Miyada
Organizada por: auroras
Artistas participantes: Antonio José de Barros Carvalho - Tunga, Cecily Brown, Flávio de Carvalho
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Publicada el 13 abr de 2018      Vista 29 veces

Descripción de la Exposición

auroras tem o prazer de apresentar Fumaça nos seus olhos, com curadoria de Paulo Miyada, incluindo obras de Cecily Brown, Flávio de Carvalho e Tunga, três importantes artistas, cujas produções investem no desejo como força que aproxima signos, subjetividades e formas. A mostra reúne onze obras, entre pinturas, desenhos e instalação, que relacionam a tactilidade da matéria e sua transfiguração em corpos. Embora sejam de formações completamente distintas, cada um desses artistas soube desenvolver, em seu tempo, a liberdade dos desejos frente à crescente repressão da libido. As figuras de corpo tendem a ser vislumbradas entre linhas de tensão, massas de tinta e pinceladas, dificilmente encerradas em suas individualidades, mas em um jogo de interpenetrações, abolindo limites bem definidos. Enquanto os objetos de desejo dos desenhos de Flávio de Carvalho (1899 – 1973) são frequentemente o corpo da mulher, Cecily Brown (1969) explora o corpo a partir de uma perspectiva feminina, mas que não deixa de constituir também uma imagem desintegrada, como grande parte da tradição moderna. A linha dos desenhos de Tunga (1952 – 2016) passeiam organicamente sobre o papel, criando uma simbologia erótica quase-mística. Com um dinamismo que desafia a natureza estática da pintura, a obra de Cecily Brown cria um jogo fluido entre o revelar e o ocultar, retendo o olhar em suas composições vibrantes, frequentemente dialogando com figuras da história da arte. A obra de Francis Bacon e Edgar Degas são centrais para sua produção, assim como Delacroix, que foi uma importante referência para a concepção de sua série de obras sobre naufrágios. Um desenho de grandes dimensões desta série está presente na exposição, tensionando as relações entre o passado e os acontecimentos recentes. Além dos desenhos e pinturas, é apresentada pela primeira vez ao público, uma das últimas grandes obras de Tunga, Sem título (2015), trazendo as relações de tactilidade, peso e simbólicas para outra esfera, em uma transmutação alquímica. O desejo, que se revela de forma pulsante nas obras dessa exposição, é, nas palavras de Tunga, uma ‘energia de conjunção’, capaz de associar uma variedade de materiais como ferro, cerâmica, vidro e cristal. Cecily Brown (Londres, 1969) Uma das grandes pintoras da atualidade, graduou-se na Slade School of Fine Art em 1993. Mudou-se para Nova York no ano seguinte, aproximando-se das influencias abstratas e expressionistas da cidade, mas por vezes satirizando noções de virilidade dessa tradição, explorando questões eróticas na pintura a partir de uma perspectiva feminina. Realizou exposições individuais em instituições como o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, (Washington D.C., 2002–03); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid, 2004); Museum of Modern Art (Oxford, 2005); Museum of Fine Arts (Boston, 2006–07); The Drawing Center (Nova York, 2016); Museum of Contemporary Art Santa Barbara (Santa Barbara, 2018). Vive e trabalha em Nova York. Flávio de Carvalho (Amparo da Barra Mansa, 1899 - Valinhos, 1973) se destacou como artista, arquiteto, cenógrafo, escritor e engenheiro. Em sua juventude estuda em Paris e posteriormente inicia o curso de engenharia civil no Armstrong College da Universidade de Durham, (Newcastle, Inglaterra) frequentando paralelamente o curso noturno de artes da King Edward the Seventh School of Fine Arts. Conclui seus estudos em 1922 e, nesse mesmo ano, volta a residir em São Paulo. Em 1931, realiza a polêmica performance (avant la lettre) Experiência nº 2. Escreveu o texto para a peça O Bailado do Deus Morto, cuja encenação foi proibida pela polícia em 1933. Seus textos o levaram a ser indicado, em 1939, para o Prêmio Nobel de Literatura. Sua primeira exposição individual, realizada em 1934, também foi fechada pela polícia sob alegação de atentado ao pudor, e reaberta alguns dias depois, por ordem judicial. Em 1956, apresenta no centro de São Paulo o New Look – um traje tropical masculino constituído por uma saia de nylon, uma camisa bufante, um chapéu e uma meia arrastão com sandálias de couro – causando novamente um grande escândalo. Participou da 25ª Bienal de Veneza (Veneza, 1950); da Bienal de São Paulo (São Paulo, 1951, 1953, 1955, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973); do Panorama de Arte Atual Brasileira (São Paulo, 1969, 1970, 1971), entre outras exposições. Tunga (Palmares, 1952 - Rio de Janeiro, 2016) formou-se em arquitetura pela Universidade do Rio de Janeiro, fundou, na década de 1970, juntamente com os artistas Cildo Meireles, Waltercio Caldas e José Resende, a revista Malasartes e o jornal A Parte do Fogo. Sua obra se desenvolveu em diversas linguagens artísticas, como vídeo, performance, escultura, desenho e instalação, mas também abrange relações com a ciência, a alquimia e ritos ancestrais. Depois de sua primeira individual, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1974, o artista realizou exposições individuais em instituições como o MASP (São Paulo, 2017); MoMA PS1 (Nova York, 2008); Musée do Louvre (Paris, 2005); Galerie Nationale du Jeu de Paume (Paris, 2001); Museo de Arte Contemporáneo (Monterrey, 2001); Phoenix Art Museum (Phoenix, 1998); Museum of Contemporary Art, Miami; Bard College – Center for Curatorial Studies, Nova York, EUA (1997); Museum of Contemporary Art of Chicago (Chicago, 1989); Kanaal Art Foundation (Kortrijk, 1989); Whitechapel Gallery (Londres, 1989). Em 2012, o Instituto Inhotim (Brumadinho, MG) inaugurou um segundo pavilhão dedicado à sua obra. Participou da Bienal de São Paulo (1981, 1987, 1994, 1998 e 2013); Bienal de Lyon (2000); Bienal do Mercosul (1999); Documenta X (1997); Bienal de la Habana (1994); e da Bienal de Veneza (1982). Seu trabalho integra importantes coleções públicas, como o Peggy Guggenheim; The Museum of Fine Arts, Houston; MoMA – Museum of Modern Art; Instituto Inhotim, entre outros.

Actualizado

el 13 abr de 2018 por ARTEINFORMADO

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