Céline Condorelli — Cortesía de la Galeria Vera Cortês
21
sep 2018
10
nov 2018

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Cuándo: 21 sep de 2018 - 10 nov de 2018
Inauguración: 20 sep de 2018 / 22:00
Horario: Terça a Sexta: 14 –19 h. Sábado: 10 –13 h, 14 –19 h
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Galeria Vera Cortês / Rua Joao Saraiva, 16 - 1 / Lisboa, Portugal
Organizada por: Galeria Vera Cortês
Artistas participantes: Céline Condorelli
Publicada el 12 sep de 2017      Vista 154 veces

Descripción de la Exposición

A Galeria Vera Cortês apresenta Zanzibar, a primeira exposição individual de Céline Condorelli na galeria. Céline Condorelli tem vindo a conceber um extenso corpo de trabalho que desenvolve diferentes possibilidades de viver e trabalhar em conjunto, através de noções como espaço público, instituições, política, os comuns, ficção e articulação. A prática de Condorelli está empenhada numa exploração continuada de elementos menos explícitos daquelas estruturas e mecanismos de enquadramento através dos quais um indivíduo interage com o mundo, sejam eles culturais, económicos, materiais, sociais ou políticos (os aparatos de visibilidade frequentemente tidos como certos ou garantidos e que a artista apelida de “estruturas de suporte”). Abordando diferentes relações com a cultura, esta exposição é composta por duas partes: a história das exposições de algumas plantas sub-tropicais, e um conjunto de estudos cumulativos realizados em torno de um restaurante e sala de concertos chamado Zanzibar, projetado à volta de uma mangueira por Lina Bo Bardi para o centro histórico da cidade de Salvador da Bahia no final dos anos oitenta. Lina Bo Bardi desenvolveu ao longo da sua carreira uma imensa admiração pela cultura popular e propôs uma noção de espaço de espaço cultural como uma construção social e coletiva. Ainda que reminiscente da enorme floreira do restaurante baiano que abriga uma mangueira centenária, a peça que partilha o título com a exposição é uma escultura que, numa escala de 1:10, recupera uma intervenção pública que a artista desenvolveu para Kings Cross, em Londres. Trata-se de um modelo em cimento de uma floreira que alberga um conjunto de espécies de comuns plantas de interior, que também costumavam habitar exposições do MoMA, em Nova Iorque, durante o século XX. Se atualmente a utilização de plantas de interior como elementos de display museológico nos parece estranha, ela testemunha uma tentativa de domesticação do espaço institucional. Um conjunto de seis impressões intervencionadas manualmente, intituladas Plant studies, abordam a forma como as plantas de interior, à semelhança de grande parte dos dispositivos de visibilidade do museu, tendem a ser ignoradas pela história da arte apesar te terem sempre partilhado espaço com as obras de arte. Epilogue é o título de um conjunto de dois ecrãs feitos em fibra de vidro ondulada, alumínio e latão. São também protótipos dos acabamentos usados por Bo Bardi nas superfícies verticais do restaurante. De maneira semelhante ao epílogo de um texto narrativo, que frequentemente funciona como um comentário ou uma interpretação do que foi narrado, estas duas esculturas articulam a entrada e a saída da galeria enquanto introduzem um elemento de cor e translucidez no espaço expositivo. Grazie e arriverdeci é uma peça de luz que condensa, de alguma forma um pôr do sol. Simultaneamente um agradecimento e uma despedida, funciona, como um ponto final, uma conclusão da pesquisa que Condorelli tem vindo a realizar em torno de exposições-jardim, da história da utilização de plantas decorativas e, claro, do trabalho de Lina Bo Bardi. Consiste num conjunto de filtros para lâmpadas fluorescentes, cujas cores são retiradas de uma fotografia do pôr do sol tirada a partir do restaurante Zanzibar, em Salvador da Bahia.

Actualizado

el 18 sep de 2018 por Laura Pastor

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