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Ivan Serpa

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Nacimiento: 1923 en Rio de Janeiro, Brasil
Fallecimiento: 1973 en Rio de Janeiro, Brasil
Exposiciones colectivas vigentes: O país ocupado
Ferias en las que participa con OBRA : Art Basel Miami Beach 17, ARCOmadrid 2015
Galerías y otras organizaciones que le representan: Dan Galeria, Galería Berenice Arvani, Guillermo de Osma
Organizaciones con obra: Cisneros Fontanals Art Foundation (CIFO), Coleção Santander Brasil, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (MNCARS)
Profesionales con obra: Colección João Sattamini, Luís Paulo Montenegro
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Publicada el 03 jun de 2014      Vista 426 veces

Descripción del Artista

Ivan Ferreira Serpa (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1923 - idem, 1973). Pintor, gravador, desenhista, professor. Estuda pintura, gravura e desenho com Axl Leskoschek (1889-1975), entre 1946 e 1948, no Rio de Janeiro. Em 1949, ministra suas primeiras aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), onde, a partir de 1952, exerce sistemática atividade didática, em especial no ensino infantil. No ano de 1954, publica o livro Crescimento e Criação, com texto de Mário Pedrosa (1900-1981), sobre sua experiência no ensino de arte para crianças. Nesse mesmo ano, ao lado de Ferreira Gullar (1930-2016) e Mário Pedrosa, cria o Grupo Frente, integrado por artistas como Lygia Clark (1920-1988), Hélio Oiticica (1937-1980) e Lygia Pape (1927-2004). Permanece na liderança do grupo até sua dissolução, em 1956. Apesar da liberdade de pontos de vista estéticos no grupo, há o predomínio de artistas concretistas. Em 1957, recebe o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM). Participa da exposição Opinião 65, evento que marca a difusão de uma nova arte de tendência figurativa, a neofiguração. A obra de Ivan Serpa, desde o início de sua carreira, oscila entre o figurativismo e a arte concreta. Em 1970, funda, com Bruno Tausz, o Centro de Pesquisa de Arte no Rio de Janeiro. Análise Ivan Serpa começa a pintar no início dos anos 1940. A partir de 1946, estuda desenho, gravura e pintura com o austríaco Axl Leskoschek. Realiza trabalhos figurativos com pouca preocupação temática ou literária. Toma distância das abordagens da pintura acadêmica e do modernismo nacionalista, de artistas como Candido Portinari (1903-1962) e Di Cavalcanti (1897-1976), interessa-se pela estrutura da composição e pelo ritmo das formas. Não por acaso, em 1947, realiza sua primeira pintura abstrata: um pequeno guache gestual, ordenado geometricamente. Nos primeiros anos da década de 1950 o interesse pela abstração se torna sistemático. O artista recompõe os temas tradicionais da pintura, como a natureza-morta, utilizando cores puras e formas orgânicas. Em outros trabalhos, decompõe referências figurativas em padrões geométricos. Em 1951, faz a pintura construtiva Formas, onde demonstra seu interesse crescente pela abstração geométrica. O contato com as obras de artistas concretos como Sophie Taeuber-Arp e Max Bill na 1ª Bienal Internacional de São Paulo irá reforçar estas convicções. Com Formas, ganha o título de Melhor Pintor Jovem nessa Bienal. Ele adere ao concretismo no mesmo ano. Nas telas desaparecem as referências ao mundo real, bem como a relação harmoniosa entre figura e fundo. As obras são feitas com formas geométricas e planas, organizadas matematicamente. No ano seguinte, torna-se professor da escola de artes do MAM/RJ. De acordo com o crítico Reynaldo Roels, Serpa é "a alma dos cursos da instituição".1 Leciona para crianças e adultos. No Museu, forma Hélio Oiticica, Décio Vieira (1922-1988), Aluísio Carvão (1920-2001) e muitos outros. Segundo o crítico Mário Pedrosa, nestas aulas "se cultiva a liberdade completa de expressão".2 Serpa atua no meio artístico como pintor, professor e animador cultural. Ele reúne alguns de seus alunos e outros artistas do Rio de Janeiro, como Abraham Palatnik (1928) e Franz Weissmann (1911-2005), e funda o Grupo Frente, entre 1953 e 1954. Apesar de não ser um grupo concreto, strictu sensu, o coletivo abriga a produção concreta carioca. No entanto, como a pintura de Serpa, eles não tomam partido dogmático em favor do concretismo. Nas exposições do grupo, participavam, além dos artistas abstratos do Rio, alguns pintores naïf e até um aluno das turmas infantis do MAM/RJ: Carlos Val. Serpa lidera o grupo até a sua dissolução, em 1956. Nesse momento, seu trabalho segue os princípios construtivos à risca. Suas formas são geométricas e objetivas, realizadas com materiais industriais e texturas neutras. O título de suas séries revela a impessoalidade dos trabalhos. Chamam-se Faixas Ritmadas e Construções. No entanto, dentro deste esquema, Serpa se permite pequenas ousadias. Mais heterodoxo que os concretos paulistas, ele, por exemplo, usa cores "pouco objetivas", como o marrom. Entre o fim dos anos 1950 e começo dos 1960, o trabalho ganha novos contornos. Serpa revê a sua posição concreta e passa a incorporar elementos menos determinados: como gestos, manchas e respingos de tinta. Em 1960, influenciado pelo desenho infantil,3 pinta manchas informes. Com elas, constrói imagens entre a abstração e a figuração. Nessa época, atua como restaurador de livros na Biblioteca Nacional. O trabalho serve como inspiração para a série dos Anóbios, feita entre 1961 e 1962. Nela são sugeridas figuras a partir de pequenas marcas coloridas, dispersas e aparentemente aleatórias. A partir de 1963, intensifica-se seu interesse pela figuração. Ivan Serpa identifica-se com o expressionismo e desenvolve uma figuração gestual, nos moldes do Grupo CoBrA. Esta produção irá aproximá-lo dos artistas que seriam agrupados sob o rótulo de Nova Objetividade Brasileira. De par com esta nova figuração, realiza trabalhos como sua Série Negra, as séries de Bichos e Mulheres com Bichos. Algumas obras incorporam letreiros e a sobreposição de formas geométricas. A produção é exposta em mostras importantes, como Opinião 65, Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira. Em 1967, o artista inicia sua série Op Erótica. O trabalho marca seu retorno à linguagem construtiva. Interessado na op art, ele retoma a construção geométrica e os elementos bem definidos. Desenvolve outras séries com essa característica, como Mangueira e Amazônicas. O rigor construtivo é amenizado. As formas se tornam sinuosas e sensuais. As cores são suaves. Essas obras o levaram às Arcas, móveis com formas brancas no seu interior. O trabalho com planos op, dará origem às pinturas Geomânticas, a partir de 1969. Trabalha nestes quadros até 1973, quando falece, com apenas 49 anos.

Obras de Ivan Serpa (1 Obras)

Sin Título, 1952 Ivan Serpa
Pintura

Actualizado

el 10 sep de 2019

Exposiciones en las que ha participado como artista

0
01 jun de 2014 - 12 jul de 2014

Diário visual

Galeria Marcelo Guarnieri SP / São Paulo, Sao Paulo, Brasil

Ivan Serpa
01 nov de 2012 - 21 dic de 2012

Ivan Serpa: Pioneering Abstraction in Brazil

Dickinson Roundell Inc. / Nueva York, New York, Estados Unidos


O país ocupado
Vigente
14 abr de 2019 - 31 dic de 2019

O país ocupado

Museu De Arte Contemporânea De Niterói - MAC de Niteroi / Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Flávio de Carvalho e Ivan Serpa
23 mar de 2019 - 04 may de 2019

Flávio de Carvalho e Ivan Serpa

Galeria Marcelo Guarnieri / Ribeirão Prêto, Sao Paulo, Brasil

ANTES E DEPOIS DA IMAGEM – UM OLHAR SOBRE A ABSTRAÇÃO GEOMÉTRICA NO ACERVO HOUSSEIN JAROUCHE. Imagen cortesía Galeria Houssein Jarouche
01 dic de 2017 - 27 ene de 2018

Antes e Depois da Imagem – Um Olhar Sobre a Abstração Geométrica no Acervo Houssein Jarouche

Galeria Houssein Jarouche / São Paulo, Sao Paulo, Brasil


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