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© Luiz Roque, still República, 2020 — Cortesía de Pivô
22
oct 2020
19
dic 2020

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Cuándo: 22 oct de 2020 - 19 dic de 2020
Inauguración: 22 oct de 2020
Horario: de jueves a sábado de 15 a 19 h,
Precio: Entrada gratuita
Dónde: Pivô Arte e Pesquisa - Edifício Copan / Rua Ipiranga, 200 - Edificio Copan, Bloco A, loja 54 / São Paulo, Sao Paulo, Brasil
Organizada por: Pivô
Artistas participantes: Luiz Roque
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Publicada el 22 oct de 2020      Vista 11 veces

Descripción de la Exposición

“República” traz um recorte da produção de Luiz Roque, realizada nos últimos 10 anos, e apresentará seis trabalhos em vídeo, sendo dois deles inéditos no Brasil. A curadoria é de Fernanda Brenner. Roque se interessa pela ficção-científica como meio de refletir sobre questões geopolíticas, sociais e históricas e para especular sobre futuros possíveis, tendo o desejo como vetor importante de sua produção. Suas obras apresentam a duração e o ritmo de trailers ou de videoclipes e servem tanto ao espaço da galeria de arte quanto ao da sala de cinema. Interessado particularmente no legado do modernismo, Roque o relaciona a questões relativas ao corpo em movimento e transformação e ao imaginário da cultura pop, lançando mão de recursos próprios à linguagem cinematográfica para construir narrativas e ensaios visuais em um tempo suspenso. Seus personagens habitam cenários pós-apocalipticos e distópicos para onde o artista desloca elementos conhecidos da história da arte e arquitetura. A obra que empresta título à exposição foi comissionada para o projeto em parceria com o Passerelle Centre d’Art Contemporain, em Brest, França. República encerra a trilogia Farmacopéia, formada ainda por Ano Branco (2013), presente na mostra, e Heaven (2016). Nesta série, Roque explora o corpo humano como território de disputas e transformações políticas. República é uma espécie de documentário captado em vídeo e Super-8, narrado pela performer Marcinha do Corintho, diva dos shows de travestis, atuante desde a década de 1980. O filme é também uma homenagem ao bairro central de São Paulo, onde está situado o edifício Copan, em que Roque vive há doze anos, e sua emblemática praça, ponto histórico para muitos trabalhadores e trabalhadoras do sexo. A questão das migrações sexuais está no centro da narrativa e da visualização circular do filme. Roque aborda aspectos característicos da sociedade “farmacopornográfica”, conforme o termo cunhado por Paul B. Preciado. O filósofo feminista transgênero é umas das personagens do filme que inicia sua trilogia: Ano Branco parte de uma palestra de Preciado para construir um enredo ficcional ambientado no ano de 2031. O filme levanta a discussão sobre a bioética e a ingerência do Estado sobre os corpos como forma de controle politico e social. O artista apresentará também o filme Zero (2019), realizado durante residência artística em Dubai, nos Emirados Árabes. O curta-metragem tem como personagem principal um cachorro que viaja sozinho a bordo de uma aeronave sobrevoando o deserto em torno de uma espécie de oasis de arranha-céus futuristas. Em um contexto em que a tecnologia aponta para a superação do próprio conceito de humano, o contraste entre a poeira do deserto, os vidros brilhantes e limpíssimos dos prédios e o animal à deriva – talvez a última vida restante – é um alerta pertubador sobre as consequencias de grande parte das decisões políticas e economicas do século XX. A realizacão de “República” acontece em parceria com o Passerelle Centre d’Art Contemporain. A instituição francesa exibe, de 07 de fevereiro a 02 de maio, uma versão prévia da exposição. O Pivô agradece o apoio generoso de Virginia Weinberg na viabilização deste projeto. SOBRE O ARTISTA 1979, vive e trabalha em São Paulo Sua produção tem foco na imagem em movimento se extendendo também para fotografia e escultura. Exposições individuais recentes incluem República (CAC Passerelle, Brest, 2020), Screen Series (New Museum, New York, 2020), Televisão (MAC, Niterói, 2018), HEAVEN (Tramway, Glasgow, 2017), The Modern Years (MendesWoodDM, Bruxelas, 2017) e Ancestral (CCSP, São Paulo (2016). Seus trabalhos tem sido incluídos em inúmeras exposições coletivas tais como 1a Bienal de Riga (Letônia, 2018), Avenida Paulista (MASP, São Paulo, 2017), 32a Bienal de São Paulo (2016), Mark Leckey: Containers and Their Drivers (MoMA PS1, Nova York, 2016), The Violet Crab (DRAF, Londres, 2015), The Brancusi Effect, (Kunsthalle, Viena, 2014) e Medos Modernos (Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2014).

Actualizado

el 22 oct de 2020
El 01 dic de 2021
Presentación Online.

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